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Alice parte da origem O e segue em linha reta por uma distância de a dada em quilômetros (km). Ao chegar ao final desse percurso, ela vira em um ângulo de 45º no sentido horário e anda por mais ra km. Sempre que ela chega ao final de um percurso, ela novamente vira em 45º no sentido horário, e o novo percurso terá comprimento r vezes o último percurso.

 

A linha poligonal simples na figura abaixo ilustra o passeio de Alice.

 

 

Se Alice mantiver infinitamente esse comportamento, teremos que os comprimentos dos percursos percorridos formam uma progressão geométrica infinita de razão r e termo inicial a . Considerando o problema como ilustrado na figura acima, chamaremos a medida Δy de deslocamento vertical.

 

Sob as condições descritas acima e considerando que a=1 km e r=21?, qual é o valor do deslocamento vertical?

Um carro vai da cidade “A” à cidade “B” em 2 horas e um quarto de minutos. Qual a velocidade deste carro?

 

Para fazer uma viagem, Patrícia demorou 8 horas numa velocidade de 90 km/h. Considerando que Patrícia terá que fazer o mesmo percurso para voltar, numa velocidade de 120 km/h, podemos afirmar que Patrícia irá demorar uma quantidade de horas igual a:
Entre as denominadas razões especiais encontram-se assuntos como densidade demográfica, velocidade média, entre outros. Supondo que a distância entre Rio de Janeiro e São Paulo seja de 430 km e que um ônibus, fretado para uma excursão, tenha feito este percurso em 5 horas e 30 minutos. Qual foi a velocidade média do ônibus durante este trajeto, aproximadamente, em km/h?
Seja a situação na qual se sabe que a atividade X e o fenômeno Y são correlacionados e, então, afirma-se que, a cada unidade monetária (R$ 1,00) investida na atividade X, obtém-se de retorno dez unidades monetárias (R$ 10,00) como resultado do desenvolvimento do fenômeno medido por Y. Assim, pode-se concluir que o modelo ajustado aos dados desse relacionamento e no qual se fundamenta a afirmação é