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O ouvido humano não é igualmente sensível para todas as frequências. Experimentos psicoacústicos foram realizados para esclarecer relações existentes entre alterações nas propriedades físicas do som e alterações subjetivas na sensação auditiva. Assim foi determinada a faixa da audição humana, compreendida na área de:
Na configuração audiométrica de determinado tipo de perda auditiva, observa-se uma curva caracterizada por uma piora (ou melhora) dos limiares auditivos em torno de 5dB por oitava. Esse tipo de audiograma pode ser encontrado em casos de perdas condutivas e neurossensoriais, sendo assim, uma perda auditiva do tipo:
Determinados exames complementares auditivos têm por objetivo tornar mais preciso o diagnóstico das alterações nessa região, constituindo-se em aferições objetivas que avaliam a atividade bioelétrica na via auditiva, do nervo auditivo ao córtex cerebral, em resposta a um estímulo acústico. Nesse caso, descrevemos os exames do tipo:
A deficiência auditiva em recém-nascidos é a alteração congênita mais prevalente. De modo a identificar de maneira precoce as alterações auditivas, o Ministério da Saúde publicou, em 2013, as diretrizes nacionais de Atenção da Triagem Auditiva Neonatal (TAN), que recomenda a utilização inicial da avaliação para RN de baixo risco denominada como:
A Imitanciometria é um método rápido, de fácil execução e objetivo que avalia a orelha média em pacientes de todas as faixas etárias. A observação da curva timpanométrica, na figura abaixo, revela uma timpanometria do tipo:
Imagem associada para resolução da questão

Figura 2: FROTA, Silvana.2003