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O Programa Internacional de Avaliação de Alunos – PISA – tem como objetivo avaliar
O Exame Nacional do Ensino Médio – ENEM – tem como principal finalidade avaliar o desempenho escolar e acadêmico do aluno ao final do Ensino Médio. Partindo dessa informação e tendo como foco situações para as quais servem os resultados do ENEM, é correto afirmar que esse exame
I. favorece a criação de referência nacional para o aperfeiçoamento dos currículos do Ensino Médio.
II. é utilizado como mecanismo único, alternativo ou complementar para acesso à educação superior, em especial para as instituições federais.
III. viabiliza o desenvolvimento de estudos e indicadores sobre a educação brasileira.
IV. constitui parâmetros para o sistema de avaliação formal das instituições escolares integrantes da rede de ensino privada.
Estão corretas as complementações contidas em
A avaliação da aprendizagem deve ser entendida como um dos aspectos do ensino pelo qual o professor estuda e interpreta os dados da aprendizagem dos alunos e de seu próprio trabalho. A avaliação integra o processo de ensino e aprendizagem, o que a torna um elemento imprescindível na ação didática. Nesse sentido, o professor deve
Considerando que a avaliação educacional pode ser somativa, diagnóstica e formativa, analise as seguintes afirmações:
I. Avaliação somativa compreende a soma de vários instrumentos avaliativos e, por meio dela, assumese a classificação e a aprovação dos estudantes.
II. Avaliação diagnóstica funciona como um retrato da realidade que se pretende examinar, fornecendo uma informação prévia acerca dos aspectos enfocados.
III. Avaliação formativa tem a função de ajustar os conhecimentos dos educandos em relação aos programas de ensino, ou vice-versa.
IV. Avaliação diagnóstica pode ser realizada ao longo do ano letivo, em momentos pré-determinados pela escola ou pelo sistema de ensino e seus resultados podem ser utilizados para reorientar o trabalho em sala de aula.
Está correto o que se afirma em
Hoffmann, em “Avaliação mediadora: uma relação dialógica na construção do conhecimento” (Revista Ideias, no 22), faz uma crítica à postura comportamentalista de alguns professores. Referindo-se a esse grupo, a autora afirma que “sem considerarem possíveis outras explicações para o fracasso dos estudantes que não o comprometimento deles (o que também é importante, mas não razão absoluta), não podem evoluir no sentido de dois princípios presentes a uma avaliação enquanto mediação...”.
De acordo com tal texto, esses dois princípios são o do diálogo e o