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Na articulação do tornozelo, os ligamentos da articulação talocrural funcionam principalmente limitando a inclinação e rotação do talus no interior do malhete e restringindo o deslocamento, para frente ou para trás, da perna em relação ao tarso.

A principal exceção que ajuda a controlar/limitar a eversão na articulação subtalar, além de uma inclinação de eversão do talus no malhete, é feita pela estrutura:
Considerando o movimento de extensão do cotovelo e de flexão do punho, e as distribuições principais dos segmentos de miótomos e dermátomos, eles envolvem o segmento de:
A pelve é a base para a posição sentada e influencia fortemente o alinhamento postural de todo o esqueleto axial; e a posição pélvica neutra é considerada ideal para a posição sentada.

Em relação à linha de gravidade, na posição sentado com postura ereta e ativa, ela encontra-se:
As órteses da coluna vertebral podem ser associadas com as órteses dos membros inferiores ou destinadas apenas para disfunções lombares, torácicas e/ou cervicais. Essas órteses têm a função de estabilizar a coluna, controlar os movimentos que estejam causando os sintomas e corrigir/prevenir deformidades. De acordo com a sua fabricação e os materiais utilizados, elas podem ser rígidas ou semirrígidas. Além disso, as órteses para coluna são muito aplicadas, seja no tratamento conservador, seja no pós-cirúrgico, de modo que o fisioterapeuta deve conhecer a biomecânica da coluna para conseguir escolher a órtese mais adequada para cada lesão e necessidade do paciente. Sendo assim, relacione os tipos de órteses para coluna vertebral indicados com a sua descrição correspondente e assinale a alternativa com a sequência correta.

1. Colar cervical.
2. Colar Philadelfia.
3. Órtese Minerva.
4. Órtese de Jewett.
5. Órtese Milwaukee.
6. Colete de Charleston.

A. Órtese que tem o objetivo de realinhar a coluna vertebral e a caixa torácica, apresenta um sistema de pressão de três pontos, com duas almofadas anteriores, ao nível do esterno e da sínfise púbica, e uma almofada posterior toracolombar.
B. Colete para a região toracolombar com uso único e exclusivamente noturno, quando os efeitos da gravidade estão minimizados.
C. Órtese cervicotoracolombossacra que consiste em uma estrutura composta por uma cintura pélvica, duas verticais posteriores, uma vertical anterior e um anel superior, que fica na parte superior do tórax e pode ser ocultado pela maioria das roupas.
D. Órtese utilizada para lesões na cervical alta, tem extensão mandibular e occipital e uma estrutura rígida na parte anterior.
E. Órtese cervicotorácica de controle máximo, não invasiva, que tem uma estrutura rígida posterior, desde a cervical até a metade do tronco.
F. Órtese de controle mínimo, confeccionada em espuma de polietileno com uma cobertura em algodão e fecho de velcro. Utilizada para manter a estabilidade da coluna vertebral e uma postura adequada durante o dia e/ou sono.
O ciclo da marcha corresponde à sequência de movimentos que ocorre entre dois contatos iniciais do mesmo pé. Cada ciclo da marcha é dividido em duas fases, a de apoio, que compreende todo o momento em que o pé está em contato com o solo, e a de balanço, que tem início quando o pé perde o contato com o solo. A marcha necessita da perfeita integração dos sistemas central, vestibular e musculoesquelético, permitindo o deslocamento livre de um lugar a outro. A análise da marcha é de suma importância e tem como auxiliares na avaliação diversos equipamentos. O objetivo dessa análise é compreender a cinemática atuante no sistema musculoesquelético durante o ciclo da marcha. Além disso, a marcha apresenta parâmetros de avaliação cinemático que são conhecidos como temporais e espaciais. As características espaciais por sua vez, são facilmente visualizadas observando-se os pés enquanto realizam a deambulação. Diante do exposto, assinale a alternativa que não apresenta características espaciais da marcha.