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Considere o seguinte início de um texto retirado da revista Superinteressante (02/2019):


Terapia genética pode curar síndrome de Angelman em fetos

A síndrome de Angelman foi relatada pela primeira vez em 1965 pelo neurologista britânico Harry Angelman, e é um distúrbio neurológico raro que causa um crescimento insuficiente do cérebro.


Numere os parênteses a seguir, identificando a ordem das ideias que dão sequência lógica ao trecho acima.

( ) Uma nova terapia genética criada por cientistas da Universidade da Carolina do Norte, nos Estados Unidos, porém, pretende se tornar a cura para a doença.

( ) Problemas decorrentes da doença envolvem deficiência intelectual e efeitos colaterais, como alterações de comportamento, convulsões e dificuldade em andar e dormir.

( ) Sua ação libera um conjunto de moléculas que corrigem as falhas genéticas do bebê ainda no útero.

( ) O tratamento, que ainda não foi testado em humanos, consiste em usar a ferramenta de edição genética CRISP-Cas para injetar um vírus inofensivo que infecta propositalmente os neurônios de fetos.

( ) Em casos mais graves, pessoas nessa condição podem passar a vida inteira sem falar uma única palavra.


Assinale a alternativa que apresenta a numeração correta dos parênteses, de cima para baixo.

Considere o seguinte trecho:

Um método sem aval científico que promete a cura de doenças oculares, como glaucoma e catarata, sem cirurgias ou tratamentos tradicionais, tem levado pacientes a retardar a busca por terapias mais efetivas, piorando problemas de visão.

A expressão sublinhada faz referência a:

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Na quarta linha do texto, o termo sublinhado “o” (em “também o é”) refere-se a:
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O elemento coesivo destacado tem seu referente corretamente indicado somente no item:
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A propósito da estrutura morfossintática do primeiro período do texto, é CORRETO afirmar somente que: “Conhecida também pelo pernóstico apelido de Sorbonne, a Escola Superior de Guerra era produto de um sincero interesse da cúpula militar pelo aprimoramento intelectual dos oficiais superiores, mas também de um desejo dos ministros de manter longe dos comandos de tropa e de posições importantes no Estado-Maior os oficiais de muita capacidade e pouca confiança.”