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Milhares de pessoas foram às ruas para manifestarem- -se contra o aumento de combustíveis. São chamados de “coletes amarelos”.


As forças de segurança lançaram gás lacrimogêneo e usaram um canhão de água para conter o avanço dos manifestantes que tentavam ultrapassar o perímetro de segurança determinado pela polícia. Os manifestantes gritam palavras de ordem e carregam cartazes pedindo a renúncia do presidente.

Para as autoridades, facções de extrema-direita podem ter se infiltrado entre os manifestantes para radicalizar o movimento.

Os protestos mantêm os bloqueios de centros logísticos e estradas iniciados há uma semana, mas com menos intensidade que no sábado passado, quando eram estimados quase 300 mil manifestantes.

(http://agenciabrasil.ebc.com.br,24.11.2018. Adaptado)


A notícia refere-se a acontecimento

Tendo por base os Produtos Internos Brutos de 2016 em dólares, a maior economia do mundo é a:

Em reunião ministerial realizada em Bruxelas, em junho de 2019, foi concluída a negociação da parte comercial do Acordo de Associação. Segundo estimativas do Ministério da Economia, esse acordo incrementará o PIB brasileiro em US$ 87,5 bilhões em 15 anos, podendo chegar a US$ 125 bilhões se consideradas a redução das barreiras não tarifárias e o incremento esperado na produtividade total dos fatores de produção. O aumento de investimentos no Brasil, no mesmo período, será da ordem de US$ 113 bilhões. Com relação ao comércio bilateral, as exportações brasileiras apresentarão ganhos de quase US$ 100 bilhões até 2035.

Internet:<www.itamaraty.gov.br> (com adaptações).


O texto anterior descreve projeções de resultados do acordo de livre-comércio negociado entre o

O Fundo Monetário Internacional (FMI) avalia como avançadas as negociações para um acordo com o país, que solicitou uma linha de crédito “stand-by” para combater uma recente crise cambial e seguir adiante com as reformas econômicas do governo.
(Valor,4 jun.18. Disponível em: <https://goo.gl/QLCfJU>. Adaptado)
 
A notícia aborda a situação econômica

Na última quinta-feira [26 de abril], um representante do escritório de comércio dos EUA ligou para um negociador do governo brasileiro e avisou: vocês têm 24 horas para aceitar nossa proposta de limitação de exportações. O tamanho das cotas, considerado inaceitável pelo governo brasileiro, vinha sendo discutido entre Brasília e Washington, mas, naquele telefonema, o emissário do governo Donald Trump deixou claro que a negociação havia acabado. O Brasil, levando em conta o total de exportações de aço (acabados e semi), terá de reduzir em 12% em relação ao total de 2017 para ficar dentro do limite de 4,1 milhões de toneladas.

(Folha de S.Paulo,03.04.18. Disponível em: https://goo.gl/z9FJ5d. Adaptado)

 Antes do fim das negociações, o governo norte-americano ameaçava