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A formação do petróleo é caracterizada pelo acúmulo de material orgânico sob condições específicas de pressão e isolamento em camadas do subsolo, sofrendo transformações por milhares de anos.

De acordo com veiculações históricas da exploração do petróleo no Brasil e seus processos geográficos, assinale a alternativa correta.

O trecho da reportagem a seguir é sobre o economista francês Thomas Piketty, autor do bestseller O capital no século XXI. A reportagem tem como título “Como Desatar o nó da desigualdade”. “[...] no Brasil a maior parte dos impostos incide sobre o consumo, e não sobre a renda ou o patrimônio. Como as pessoas com menos renda tendem a gastar a maior parte de seus recursos com consumo, a tributação fica mais pesada para quem ganha menos. [...]. O diagnóstico de Piketty sobre o atraso do Brasil em seguir um modelo de tributação mais redistributivo aponta ‘limitações doutrinais e ideológicas’, mas também a ‘ausência de uma maioria parlamentar adequada’: ‘No Brasil, como na Europa e nos Estados Unidos, é impossível reduzir as desigualdades tanto quanto seria desejável sem transformar igualmente o regime político, institucional e eleitoral’, escreve o economista. [...] Segundo Piketty, em 2018, a parte que os 10% mais ricos abocanhavam da renda total atingia 54% no Brasil,65% na África Subsaariana e 64% no Oriente Médio. [...]. Fonte: Revista ÉPOCA.07/10/2019. p.56-61.
A reflexão do economista Thomas Piketty permite compreender que
Ainda que presente em todo o território nacional, a atividade bancária tende a concentrar-se em áreas com estrutura econômica dinâmica e diversificada, que se distinguem por alta densidade demográfica e maiores níveis de renda. Além disso, a localização das sedes destas instituições destaca a centralidade das cidades escolhidas, caracterizadas por estrutura produtiva que demanda intermediação financeira, por ambiente propício ao desempenho de suas atividades, em termos de oferta de serviços e de qualidade da infraestrutura de comunicação e informação, pela presença de mão-de-obra especializada e por adequado arcabouço institucional e jurídico, revelando sua capacidade de comando econômico-financeiro e político.
BRASIL, Ministério do Planejamento. Região de influência das cidades. Rio de Janeiro: IBGE,2007.
Imagem associada para resolução da questão

Considerando o texto e a imagem, justifica-se que, no contexto da dinâmica das atividades econômicas no meio geográfico,
Relacionadas com a demanda do exterior, formaram-se [no Brasil] zonas econômicas e criaram-se verdadeiras famílias e geração de cidades testemunhando uma sucessão de divisões territoriais do trabalho fundadas em graus diversos de tecnificação [...]. A unidade política e linguística se dava ao mesmo tempo em que as diversas regiões, produzindo para o mercado externo, a este se ligavam praticamente sem intermediários, de modo que sua evolução espacial e econômica era ditada por relações quase diretas. Daí a imagem de um vasto arquipélago formado, na verdade, por um conjunto de “penínsulas” da Europa. SANTOS, M; SILVEIRA, M. L. O Brasil: território e sociedade no início do século XXI. Rio de Janeiro: Record,2008.
O início da superação dessa condição de isolamento das chamadas “ilhas de desenvolvimento econômico” e o início da integração nacional são marcados
É impossível analisar as perspectivas para os próximos anos da economia mundial sem uma avaliação sobre os inúmeros fatores que contribuíram para o pânico financeiro, desencadeado a partir do dia 15 de setembro de 2008, com o pedido de recuperação judicial do quarto maior banco americano, o Lehman Brothers. Os efeitos a partir desse evento foram devastadores e durante os oito meses seguintes o desempenho da economia mundial replicava o que tinha acontecido a partir de outubro de 1929: queda no preço das ações no mundo todo, redução do comércio internacional, queda da produção industrial e aumento do desemprego. Se não fosse a maciça intervenção dos bancos centrais e dos tesouros no resgate da economia mundial, hoje estaríamos discutindo a “Segunda Grande Depressão”. SILBER, S. D. A economia mundial após a crise financeira de 2007 e 2008. In: Revista USP, São Paulo, n.85, p.82-93, março/maio 2010.
A crise financeira internacional de 2007 e 2008, abordada no texto, teve como causa(s) inicial(is)