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A articulação entre a geografia física e a geografia humana é trabalhada com destaque para a discussão dos processos físico-naturais do planeta Terra. Nos anos iniciais, prioriza-se o estudo da percepção do meio físico-natural, as intervenções na natureza e os impactos socioambientais, enquanto nos anos finais são trabalhados conceitos mais complexos para tratar da relação natureza e atividades antrópicas, nos contextos urbano e rural.
(Secretaria da Educação do Estado de São Paulo (SEDUC), Currículo Paulista, 2019. Adaptado)

Essa articulação entre a geografia física e a geografia humana é trabalhada na unidade temática intitulada de
O pensamento espacial é complexo, requer observar, comparar, relacionar, analisar, argumentar e elaborar crítica, portanto, os estudantes de graduação, sejam eles da geografia ou da pedagogia, precisam ter uma formação inicial que garanta a compreensão dessa categoria geográfica importante para ler mapas e interpretar situações do cotidiano.
(Sonia Castellar, [...] e o pensamento espacial fortalecendo o conhecimento geográfico, 2017. Adaptado)

Segundo a autora, há diversos tipos de “mudança espaço­-tempo”. Atuando em sala de aula no contexto de uma atividade com mapas, considere a seguinte pergunta: “Quais áreas da bacia hidrográfica do rio Araguaia eram cobertas por cerrados em janeiro de 1980 e, em 2010, estão cobertas por agricultura de soja?”

Esta pergunta está associada às mudanças 
A zona costeira atlântica do Brasil constitui um domínio de natureza pela sua disposição norte-sul – do Amapá ao Rio Grande do sul – e pelas variações setoriais de seus ecossistemas. Apresentam planuras costeiras argilorgânicas que servem de suporte para a vegetação local. Constituem-se em ecossistemas típicos de helobiomas salinos.
(Aziz Ab’Saber, Os domínios de natureza no Brasil: potencialidades paisagísticas, 2003. Adaptado)

A vegetação predominante no ambiente descrito no texto 
Consiste em uma paisagem onde se destacam bosques de pinhais, emergindo de florestinhas subtropicais, passando em determinados setores a bosquetes pontilhando pradarias de altitude ou cedendo lugar a altos campos limpos em solos arenosos.
(Aziz Ab’Saber, Os domínios de natureza no Brasil: potencialidades paisagísticas, 2003. Adaptado)

O texto apresenta características presentes no contexto do domínio morfoclimático e fitogeográfico 
Trata-se de um conceito utilizado para designar manchas de ecossistemas típicos de outras províncias encravadas em um domínio de natureza totalmente diferente. Como exemplo temos o caso das Caatingas de Macaé-Cabo Frio, rodeados por grandes áreas de matas atlânticas.
(Aziz Ab’Saber, Os domínios de natureza no Brasil: potencialidades paisagísticas, 2003. Adaptado)

O texto refere-se ao conceito de