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Uma gestante,32 semanas, com doença gestacional específica da gestação, em uso irregular de metildopa, chega à maternidade apresentando sangramento nasal, dor em região epigástrica associada à náusea e êmese. Ao exame, mostrase: desidratada, hipocorada, ictérica +1/4, hipertensa (PAM= 125 mmHg). Na admissão hospitalar, foram solicitados exames laboratoriais. Dada a suspeita de Síndrome de Hellp, as alterações laboratoriais esperadas são:
No atendimento ao trabalho de parto de uma gestante autodeclarada preta, de baixa renda econômica, multípara, o médico assistente diz-lhe que “mulher negra é boa de parir, aguenta mais a dor” e retarda a sua analgesia de parto. Essa situação se refere:
No atendimento, uma gestante de 35 anos, com idade gestacional de 30 semanas, com 3 gestações anteriores, todas cesarianas, tabagista, usuária de cocaína, chega à maternidade com sangramento vaginal, indolor sem contrações uterinas ou história de trauma. Não realizou exames anteriores de pré-natal.

A principal hipótese diagnóstica da causa desse sangramento é:

Segundo o partograma abaixo, a seguinte alteração foi encontrada:


Q77.png (457×573)


Fonte: SOGIMIG, Manual de ginecologia e obstetrícia da Associação de ginecologistas e obstetras de Minas Gerais.5ª edição - Belo Horizonte: COOPMED 2012

A profilaxia antibiótica para ruptura prematura das membranas no termo é recomendada em mulheres com período de latência superior a: