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“Acredito mesmo que, na capacidade para amoldar-se a todos os meios, em prejuízo, muitas vezes, de suas próprias características raciais e culturais, revelou o português melhores aptidões de colonizador do que os demais povos, porventura mais inflexivelmente aferrados às peculiaridades formadas no velho mundo. (...) [Desta forma], os portugueses precisaram anular-se durante longo tempo para afinal vencerem (...) o resultado é que as relações entre patrão e empregado costumam ser mais amistosas aqui do que em outra qualquer parte.”
(Holanda,2001: 132/33. Holanda. Sérgio Buarque 2001.)
Uma das teses centrais de Buarque constitui-se em ilustrar a capacidade de adaptação do português no contato com novos povos. Segundo o autor,
“O período de entre-guerras foi incapaz de restabelecer as condições de uma ordem internacional aceita por todos os parceiros, sobretudo em virtude de atitudes defensivas por parte de algumas potências europeias e o prosseguimento das políticas coloniais. [...] A crise dos anos 1930 e a depressão que se seguiu bloquearam qualquer solução cooperativa para os problemas do comércio mundial de bens e dos fluxos de pagamentos. As políticas de ‘exportação do desemprego’, de desvalorizações competitivas, bem como os sistemas discriminatórios de intercâmbio (muitos deles baseados na compensação estrita) e de controle de capitais mergulharam a maior parte do sistema capitalista numa das piores crises já conhecidas em sua história econômica.”
(Almeida,2004, vol.26, n.1, pp.7-63.)
Tendo em vista a situação do Brasil no contexto da Crise de 1929, analise as afirmativas a seguir.
I. Provocou uma mudança no foco de poder no país, acabando com um pacto político interno que já durava mais de trinta anos. II. O Crash da Bolsa garantiu a formação de uma economia agrícola praticamente monoexportadora no país. III. Além da queda nos preços, provocou uma diminuição na renda e no consumo no mundo todo, prejudicando ainda mais as vendas de café. IV. Arruinou a oligarquia cafeeira, que já sofria pressões e contestações dos diferentes grupos urbanos e das oligarquias dissidentes de outros Estados.
Estão corretas apenas as afirmativas
“Emocionada, Maria Estela Kubitschek, filha do ex-presidente Juscelino, busca na memória de mais de meio século as lembranças sobre a criação de Brasília. No aniversário de 58 anos da capital federal, ela confidenciou à Agência Brasil que não se contém ao ver o sonho do pai realizado: a cidade, idealizada por ele, reunindo pessoas dos mais distintos lugares e que percebem Brasília como um local de integração.”
(Disponível em: https://www.terra.com.br/noticias/brasil/o-sonho-dele-foi-realizado-diz-filha-de-jk-maria-estela-kubitschek,392b88f1f7aa86a8 3f146b58cde38bediqca7aue.html.)
Sobre a “Era JK” e a construção de Brasília, assinale a afirmativa correta.

Leia os trechos a seguir.


“O messias é alguém enviado por uma divindade para trazer a vitória do Bem sobre o Mal, ou para corrigir a imperfeição do mundo, permitindo o advento do Paraíso Terrestre, tratando-se pois de um líder religioso e social.” (Maria Isaura, p.27). Obviamente que esse líder não é uma pessoa qualquer, mas, sim, alguém que revelou ter “qualidades pessoais extraordinárias, provadas por meio de faculdades mágicas que lhe dão autoridade; trata-se pois de um líder essencialmente carismático.”


(Disponível em: http://educaterra.terra.com.br/voltaire/500br/canudos6.htm.)


“O fenômeno do Padre Cícero no nordeste brasileiro representa uma fusão temática religiosa com a política em meio a um universo social de adversidade e privilégios.”


(Costa,2014.)


Os textos referem-se a um contexto conturbado do Brasil no início do século XX e tratam especificamente de dois movimentos:
“Os preparativos para receber os soberanos portugueses e toda a sua Corte não foram deixados ao acaso, mas, em face da numerosa comitiva, foram muitas as casas a desalojar e a comodidade não abundava. Uma sombra do que tinham deixado para trás, em Lisboa!: ‘Não se parava um instante; improvisavam-se as comodidades, vinham obedientemente os moradores intimados entregar as chaves das residências’.”
(BRANDÃO, Raul. El-Rei Junot. Lisboa: Livraria Brazileira,1912, pp.96-99.)
A chegada da Corte Portuguesa ao Brasil, mais especificamente no Rio de Janeiro,