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Em 28 de janeiro de 1808, D. João assinou a primeira medida régia na nova sede do Império lusitano: a carta de abertura dos portos brasileiros às nações amigas. A partir de então ficava permitida a importação “de todos e quaisquer gêneros, fazendas e mercadorias transportadas ou em navios estrangeiros das potências que se conservavam em paz e harmonia com a minha Real Coroa”, ou em navios da metrópole.


(Lilia Moritz Schwartz e Heloisa Murgel Starling, Brasil: Uma biografia, p. 173. Adaptado)


O primeiro ato de D. João no Brasil resultou

A primeira remessa de algodão brasileiro para o exterior, data, ao que parece, de 1760, e provém do Maranhão, que nesse ano exporta 651 arrobas. De Pernambuco exporta-se a partir de 1778, sendo em quantidade insignificante até 1781. A Bahia e o Rio de Janeiro seguirão o passo. Mas é no Maranhão que o progresso da cultura algodoeira é mais interessante, porque ela parte aí do nada, de uma região pobre e inexpressiva no conjunto da colônia. O algodão dar-lhe-á vida e transformá-la-á, em poucos decênios, numa das mais ricas e destacadas capitanias.


(Caio Prado Júnior, Formação do Brasil Contemporâneo, p. 143-144)


Contribuiu, decisivamente, para o desenvolvimento do algodão no Maranhão:

Nos primeiros dois séculos do período colonial, foram organizadas e normatizadas diversas práticas de controle da população indígena, entre as quais a descrita a seguir:

Deslocamento de indígenas de seus territórios originais para aldeamentos, geralmente estabelecidos por missionários ou autoridades coloniais. Este processo envolve a organização de expedições que visavam convencer ou forçar os indígenas a se mudarem, com o objetivo de integrá-los à cultura cristã e facilitar o trabalho agrícola, como também a obtenção de mão de obra.

Assinale a opção que indica corretamente a prática descrita no trecho.
Sobre o impacto do movimento bandeirante na formação territorial do atual Estado do Tocantins, assinale a afirmativa correta.
Citando um padre jesuíta chamado Antonil, no capítulo três da obra Brasil: uma biografia, as historiadoras Lília Schawrcz e Heloísa Starling, mostram que no período colonial brasileiro, os escravizados eram como as mãos e os pés do senhor do engenho, porque sem eles no Brasil não era possivel fazer, conservar e aumentar a fazenda, nem ter engenho corrente. Assim, o escravismo marcou a organização, os usos e os costumes do Brasil Colônia profundamente, e seu peso histórico pode ser sentido no Brasil atual. Desse modo, assinale a opção correta.