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Ao planejar uma sequência didática sobre escravidão no Brasil, a professora decide usar fontes primárias (cartas régias, registros de venda e iconografia de época). Qual procedimento metodológico amplia o pensamento histórico dos alunos, conforme orientação das Diretrizes Curriculares de História?
No primeiro quartel do século XVII, começaram a aparecer fazendas com produção especializada de trigo ou carnes salgadas, gêneros destinados aos engenhos do litoral. O surgimento destas empresas impulsionou a bus ca de índios do sertão pelos moradores, em expedições denominadas “bandeiras” pelos historiadores.
 (John Manuel Monteiro, Vida e morte do índio: São Paulo colonial.  Em: Amanda Cristina Danaga e Edmundo Antonio Peggion,  Povos indígenas em São Paulo: novos olhares. Adaptado)
No contexto apresentado, segundo John Monteiro, as chamadas “bandeiras”

Leia os excertos a seguir:

I. 

Dono de um texto requintado e viril, consagrou-se um articulista famoso em todo o país, fundou seu próprio diário, a Gazeta da Tarde e tornou-se o Tigre do Abolicionismo. Em maio de 1883, criou uma confederação unindo todos os clubes abolicionistas do país.

 II.

A obra Quarto de despejo, escrita por uma moradora de favela, negra, semianalfabeta, causou um grande impacto nos meios acadêmicos. A autora jamais poderia imaginar o poder explosivo que estava contido em seus diários.


 (Kabenguele Munanga e Nilma Lino Gomes,  O negro no Brasil de hoje. Adaptado)  Os excertos I e II referem-se, respectivamente, a 
Não se sabe com exatidão a data da deportação dos primeiros africanos para o Brasil. Alguns autores indicam que os africanos foram deportados a partir da primeira metade do século XVI; outros na segunda metade. A única certeza que temos é a de que começaram a chegar no século XVI.
 (Kabenguele Munanga e Nilma Lino Gomes,  O negro no Brasil de hoje. Adaptado)   Segundo a obra citada, o início do tráfico africano de escra vizados para a América portuguesa relaciona-se com
Não procurei resumir para os leitores brasileiros a história da África portuguesa, tampouco “brasilianizar” de qualquer jeito personagens e feitos ultramarinos.
(Luiz Felipe de Alencastro, O trato dos viventes:  formação do Brasil no Atlântico Sul)
Na obra citada, o autor pretendeu