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Como o Brasil e como a própria democracia, a Constituição
de 1988 também é imperfeita. [...]. Mas a Constituição de
1988 é a melhor expressão de que o Brasil tinha um olho
no passado e outro no futuro e estava firmando um sólido
compromisso democrático. [...] Ela é moderna nos direitos, sensível às minorias políticas, avançada nas questões
ambientais, empenhada em prever meios e instrumentos
constitucionais legais para a participação [social] e direta,
e determinada a limitar o poder do Estado sobre o cidadão
e a exigir políticas públicas voltadas para enfrentar os problemas mais graves da população.
(Lilia M. Schwarcz e Heloisa M. Starling. Brasil: uma biografia, 2015)
Os aspectos “modernos” da Constituição, referidos pelo excerto, vinculam-se
(Lilia M. Schwarcz e Heloisa M. Starling. Brasil: uma biografia, 2015)
Os aspectos “modernos” da Constituição, referidos pelo excerto, vinculam-se
O poder político é medido através da quantidade de votos
de que dispõe um chefe local ou regional, no momento
das eleições. Procurando manter ou expandir a força dos
coronéis, os cabos-eleitorais são elementos de ligação
indispensáveis entre o coronel e a massa dos votantes.
A estrutura, grosso modo, apresenta-se hierarquizada em
três níveis: os coronéis; abaixo deles os cabos-eleitorais;
e, na base da estratificação política, os eleitores.
(Maria Isaura Pereira de Queiroz. “O coronelismo numa interpretação sociológica”. In: Boris Fausto (org.) História Geral da Civilização Brasileira: O Brasil Republicano: estrutura de poder e economia (1889 – 1930), 1975)
O excerto refere-se à política da Primeira República Brasileira (1889 – 1930) e
(Maria Isaura Pereira de Queiroz. “O coronelismo numa interpretação sociológica”. In: Boris Fausto (org.) História Geral da Civilização Brasileira: O Brasil Republicano: estrutura de poder e economia (1889 – 1930), 1975)
O excerto refere-se à política da Primeira República Brasileira (1889 – 1930) e
Fizeram-se poucas concessões à classe operária durante
à República Velha. Cumpre notar que a famosa declaração de Washington Luís, emitida durante a sua campanha
para governador, segundo a qual “a questão operária era
um caso de polícia”, pretendia ser uma expressão liberal
– a saber, que não se tratava de um problema de segurança nacional, mas apenas de uma tarefa administrativa.
Depois das greves desastrosas de 1917 e 1919, causadas
pela exportação de gêneros alimentícios básicos para os
Aliados, com a consequente elevação dos preços nacionais, poucas leis se promulgaram com a intenção de apaziguar a mão de obra.
(Warren Dean. “A industrialização durante a República Velha”. In: Boris Fausto (org.) História Geral da Civilização Brasileira: O Brasil Republicano Estrutura de Poder e economia (1889-1930), 1975)
Os movimentos operários, durante a Primeira República brasileira, foram marcados pela
(Warren Dean. “A industrialização durante a República Velha”. In: Boris Fausto (org.) História Geral da Civilização Brasileira: O Brasil Republicano Estrutura de Poder e economia (1889-1930), 1975)
Os movimentos operários, durante a Primeira República brasileira, foram marcados pela
Já nos anos de 1850, fazendeiros das áreas cafeeiras
– alguns dos mais necessitados de mão de obra –
tornaram-se interessados em promover a imigração e em
substituir os escravos por imigrantes. As primeiras experiências falharam, e os fazendeiros de café recorreram
ao tráfico de escravos interno. Mais tarde, quando as
pressões abolicionistas aumentaram e leis contra o tráfico entre províncias foram promulgadas, os fazendeiros
das áreas pioneiras buscaram na Itália os trabalhadores
de que necessitavam.
(Emília Viotti da Costa. “Da escravidão ao trabalho livre”. In: Da Monarquia à República: momentos decisivos, 1999)
O excerto alude à
(Emília Viotti da Costa. “Da escravidão ao trabalho livre”. In: Da Monarquia à República: momentos decisivos, 1999)
O excerto alude à
Alcançado em 7 de setembro de 1822, às margens do
riacho Ipiranga, dom Pedro proferiu o chamado Grito do
Ipiranga, formalizando a Independência do Brasil. Em
1° de dezembro, com apenas 24 anos, o príncipe regente
era coroado Imperador, recebendo o título de dom Pedro I.
O Brasil se tornava independente, com a manutenção da
forma monárquica de governo. Mais ainda, o novo país
teria no trono um rei português. Este último fato criava uma
situação estranha, porque uma figura originária da Metrópole assumia o comando do novo país.
(Boris Fausto. História do Brasil, 2000)
A natureza da Independência do Brasil, referida pelo excerto,
(Boris Fausto. História do Brasil, 2000)
A natureza da Independência do Brasil, referida pelo excerto,