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No processo de povoamento da região, a colonização mais intensa ocorreu a partir do final do século XIX, quando chegaram diversas famílias vindas especialmente do ______, compostas por imigrantes alemães, italianos e poloneses, entre outros grupos, principalmente refugiados de uma Revolução que atingia todo esse Estado.

Qual alternativa preenche, CORRETAMENTE, a lacuna? 
Os conflitos e disputas por território marcaram o processo de formação política da região oeste catarinense, envolvendo potências europeias e posteriormente países e estados sul americanos. Com base nesse contexto histórico, analise as assertivas:

I. A região foi palco de disputas entre as coroas de Espanha e Portugal.
II. Houve também conflito envolvendo Brasil e Argentina, relacionado à ocupação e delimitação dessa área.
III. Todo o território do atual Oeste Catarinense pertencia originalmente ao estado do Paraná, sendo incorporado a Santa Catarina apenas na segunda metade do século XXI.

Das assertivas, pode-se afirmar que: 
A ocupação mais antiga da região que hoje compreende o Oeste Catarinense remonta a grupos humanos que se deslocavam pelo território há milhares de anos. Considerando esse cenário histórico, assinale a alternativa correta. 
Com base no texto histórico, assinale V para verdadeiro e F para falso:

(__)A Colônia de Porto Novo surgiu oficialmente em 10 de abril de 1926, após os desbravadores chegarem pelo rio Uruguai.
(__)O primeiro ofício religioso foi celebrado pelo Padre João Batista Rick.
(__)O nome Itapiranga foi sugerido pelo governador Adolfo Konder, a partir do nome de uma linha próxima.
(__)Porto Novo já fazia parte do município de Chapecó antes de sua criação como distrito em 1932.

Assinale a alternativa com a sequência correta: 
Em maio de 2025, o projeto DNA do Brasil publicou na revista "Science" pesquisa que concluiu ser o Brasil o país mais miscigenado do mundo. O estudo revelou que 71% da herança genética masculina é de origem europeia, enquanto 77% da herança genética feminina provém de africanas ou indígenas. Essa assimetria reflete aspectos do processo de formação da população brasileira. Considerando o contexto histórico do Brasil colonial, essa discrepância entre heranças masculina e feminina pode ser explicada pelo fato de que: