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O Estado Novo foi arquitetado como um Estado autoritário e modernizador que deveria durar muitos anos. No
entanto, seu tempo de vida acabou sendo curto, pois não
chegou a 8 anos.
O que teria ocorrido?
Os problemas do regime resultaram mais na inserção do Brasil no quadro das relações internacionais do que das condições políticas internas do país.
(Boris Fausto, História do Brasil, p. 326.)
Acerca da inserção do Brasil no quadro das relações internacionais, é correto afirmar que
O que teria ocorrido?
Os problemas do regime resultaram mais na inserção do Brasil no quadro das relações internacionais do que das condições políticas internas do país.
(Boris Fausto, História do Brasil, p. 326.)
Acerca da inserção do Brasil no quadro das relações internacionais, é correto afirmar que
O Estado Novo foi arquitetado como um Estado autoritário e modernizador que deveria durar muitos anos. No
entanto, seu tempo de vida acabou sendo curto, pois não
chegou a 8 anos.
O que teria ocorrido?
Os problemas do regime resultaram mais na inserção do Brasil no quadro das relações internacionais do que das condições políticas internas do país.
(Boris Fausto, História do Brasil, p. 326.)
Acerca da inserção do Brasil no quadro das relações internacionais, é correto afirmar que
O que teria ocorrido?
Os problemas do regime resultaram mais na inserção do Brasil no quadro das relações internacionais do que das condições políticas internas do país.
(Boris Fausto, História do Brasil, p. 326.)
Acerca da inserção do Brasil no quadro das relações internacionais, é correto afirmar que
[A partir de 1968] a economia se aqueceu e a inflação, em vez de subir, passou a cair. Teve início um surto de crescimento que, no seu apogeu, superou qualquer período anterior, e o governo começou a falar de “milagre econômico brasileiro”. A performance de crescimento seria indiscutível, porém o milagre tinha explicação terrena.
(Lilia Moritz Schwartz e Helena Murgel Starling, Brasil: uma biografia, p. 426.)
A explicação, segundo Schwartz e Starling, esteve relacionada com
(Lilia Moritz Schwartz e Helena Murgel Starling, Brasil: uma biografia, p. 426.)
A explicação, segundo Schwartz e Starling, esteve relacionada com
Em ambas [as manufaturas têxteis e do ferro] a colônia
contava com matéria-prima abundante e um mercado local de relativa importância. Já assinalei estas indústrias
nos grandes domínios, incluídas na sua organização e
produzindo só para eles. Mas, iniciadas aí, sua tendência
era para se libertarem destes estreitos limites domésticos, tornarem-se autônomas, verdadeiras manufaturas
próprias e comercialmente organizadas. Isto é particularmente o caso da indústria têxtil. Sobretudo em Minas Gerais, e também na capital do Rio de Janeiro, aparecem na
segunda metade do século XVIII manufaturas autônomas
e relativamente grandes. Dá-nos notícias delas o marquês do Lavradio, vice-rei do Rio de Janeiro, no Relatório
com que entregou o governo ao sucessor em 1779. Mas,
ao mesmo tempo, adverte contra o perigo de tais atividades, que não só faziam concorrência ao comércio do
reino, como tornavam os povos da colônia por demais
independentes. Enumera também os casos em que teve
de intervir, suprimindo fábricas que se iam tornando por
demais notórias, como a de Pamplona, em Minas Gerais,
e outras.
O alarma do vice-rei não caiu em surdos ouvidos. [...]
(Caio Prado Júnior, Formação do Brasil contemporâneo, p. 230.)
Para Caio Prado Júnior, “o alarma do vice-rei não caiu em surdos ouvidos” porque
O alarma do vice-rei não caiu em surdos ouvidos. [...]
(Caio Prado Júnior, Formação do Brasil contemporâneo, p. 230.)
Para Caio Prado Júnior, “o alarma do vice-rei não caiu em surdos ouvidos” porque
Uma das realizações do governo de Napoleão Bonaparte
(1799-1815) foi a criação do Código Civil de 1804, que garantia, em suas disposições, ideais do Iluminismo e da Revolução Francesa, tais como