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“Mais que a rejeição da cor da pele de um povo, o racismo se constituiu na negação da história e da civilização desse povo; a rejeição do seu ethos, de seu ser total. A diversidade, contudo, e a riqueza da experiência humana se funda em grande parte na interação, na intercomunicação e no intercâmbio entre culturas específicas. O objetivo verdadeiramente revolucionário não é erradicar as diferenças, mas, antes, evitar que elas sejam transformadas em pedras fundamentais da opressão, da desigualdade de oportunidades ou da estratificação social.” (Abdias do Nascimento e Elisa Larkin.)
De acordo com o exposto, analise as afirmativas a seguir. I. O tempo histórico vivenciado pela sociedade contemporânea, que deseja e reivindica uma educação democrática, impõe à escola novos posicionamentos. A implantação de um novo paradigma educacional de valorização da diversidade, garantindo respeito às diferenças e visualização positiva da cultura afro-brasileira é imperativo da educação antirracista que se deseja construir. II. Com inclusão do ensino de história da África e da cultura africana e afro-brasileira nos currículos oficiais, exigida pela Lei Federal nº 10.639, de 09 de janeiro de 2003, a escola brasileira tem a oportunidade de contribuir com a ampliação do conceito de democracia, colocando em nível de igualdade de informações os conteúdos trabalhados no currículo escolar sobre os continentes e as diversas culturas mundiais. III. A escola tem priorizado um currículo totalmente voltado para uma concepção de mundo eurocêntrica. Tal posicionamento segue no rumo contrário à concretização de uma proposta de currículo vinculado à realidade brasileira, com base na diversidade e no pluralismo. O contar da história, tanto da humanidade quanto do Brasil, estaria fatalmente prejudicado sem a história africana como fundamento. IV. A construção efetiva da identidade brasileira implica, necessariamente, o reconhecimento e aceitação da representação dos grupos étnicos que compõem este país. Os segmentos negro e indígena vêm sendo historicamente discriminados na historiografia oficial. Hierarquizar ou produzir a eliminação simbólica da história das raízes desses povos é uma demonstração explícita de racismo. Estão corretas as afirmativas
“Considerada como uma das causas das quedas demográficas do século XIV, dizimou grande parte da população europeia. Sua origem está no continente asiático, precisamente na China e sua chegada à Europa está relacionada às caravanas de comércio que vinham da Ásia através do Mar Mediterrâneo e aportavam nas cidades costeiras europeias, como Veneza e Gênova.” Trata-se de:
“Na cultura romana grandes espetáculos, envolvendo torneios de lutas, eram realizados em público e praticados em arenas onde pessoas treinadas para lutarem ou criminosos condenados à morte eram obrigadas a duelarem entre si ou com animais ferozes.” Esses lutadores ficaram conhecidos como:
"A fim de conquistar o apoio do povo, Pisístrato mandou que se instalassem canais para aumentar o estabelecimento de água em Atenas e atribuiu terras confiscadas de aristocratas exilados aos camponeses pobres. Essa opção de percurso político fez com que, em seu governo, o monopólio político das famílias aristocráticas fossem eliminados de uma vez por todas." CAMPOS, Flávio; CLARO, Regina. A Escrita da História. Escala Educacional. São Paulo,2009.
O texto se refere à busca de apoio popular por meio de medidas e ações que melhorasse tal camada. Analisando o texto acima, podemos associá-lo a estrutura política
“(...) é a arte de bem falar, de mostrar eloquência diante de um público para ganhar a sua causa. Isto vai da persuasão à vontade de agradar: tudo depende (...) da causa, do que motiva alguém a dirigir-se a outrem. O caráter argumentativo está presente desde o início: justificamos uma tese com argumentos, mas o adversário faz o mesmo (...). englobava tanto a arte de bem falar - ou eloquência - como o estudo do discurso ou as técnicas de persuasão até mesmo de manipulação."
Como a escrita não era de acesso a todos na Grécia antiga, o poder de argumentação e do convencimento por meio da oralidade tornou-se fundamental para a própria prática dos direitos políticos. Tal prática pode ser associada à