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Um dos modelos de mapas mais divulgados no Medievo fundamentava-se nas ideias de Isidoro de Sevilha (c.560-636) acerca da configuração do planeta e de seus habitantes. O orbe terrestre estaria disposto em uma forma que lembraria as letras “T” e “O”, como no exemplo a seguir. Imagem associada para resolução da questão
Ilustração de mapa-múndi T-O nas Etimologias de Isidoro de Sevilha, versão impressa (Augsburgo,1472).

Com base na imagem, a respeito da representação cartográfica do espaço no período medieval, analise as afirmativas a seguir.
I. O “O” representa o orbe, em forma de um disco, em consonância com a teoria da esfericidade da terra, enquanto o “T” indica os cursos de água, traçados em escala e de maneira realista.
II. A tripartição do mundo em Europa, África e Ásia é simbólica, uma vez que os três continentes representam as terras doadas aos filhos de Noé (Sem, Cam e Jafet) após o dilúvio universal, estando de acordo com o imaginário religioso cristão.
III. O mapa apresenta o Oriente (Leste), como direção mestre da representação, localizando-o na parte superior, por seu valor religioso: apontava para a direção do antigo Jardim do Éden, o Paraíso Terrestre, além de ter sido a terra dos hebreus.
Está correto o que se afirma em
“Para os EUA, o novo governo congolês de Maurice Lumumba parecia ser mais uma ameaça de esquerda do Terceiro Mundo, uma ameaça ainda pior diante das imensas riquezas naturais do Congo, que incluíam urânio. Ao voltar a Kinshasa, Lumumba criticou o Secretário Geral das Nações Unidas porque as forças da ONU não estavam apoiando seu governo. Em dezembro de 1960, Lumumba foi capturado, torturado e assassinado sob os olhares de ‘ministros’ de Katanga e oficiais belgas”.
Adaptado de WESTAD, Odd Arne. The global Cold War, p.137-140.
Os congoleses compõem atualmente a 5ª nacionalidade com mais refugiados no Brasil. Em janeiro de 2022, o assassinato do jovem Moïse Kabagambe, no Rio de Janeiro, reacendeu o debate sobre as guerras civis no Congo e a situação de seus refugiados. Um professor de História partiu deste caso para incentivar um debate que articulasse descolonização da África, Guerra Fria e imigrações no século XXI.
A proposta didática de conectar os processos de descolonização da África, durante a Guerra Fria, e o dilema global dos refugiados no século XXI, permite ao docente de história
Um docente de História quis avaliar os conhecimentos prévios de seus estudantes sobre a Revolução Cubana e a Guerra Fria. Para isso, apresentou a eles a seguinte imagem e pediu que a comentassem.
Imagem associada para resolução da questão
Che Guevara (1968), serigrafia de Andy Warhol.
O exercício proposto pelo docente descreve um instrumento de caráter avaliativo classificado como
Considere as duas fontes a seguir.
I. “No outro dia falou pros manos que ia pescar peixões no igarapé Tietê. Maanape avisou: – Não vá, herói, que você topa com a velha Ceiuci mulher do gigante. Te come, heim! – Não tem inferno pra quem já navegou no Cachoeira! que Macunaíma exclamou. E partiu. Nem bem lançou a linha de cima dum mutá que veio vindo a velha Ceiuci pescando de tarrafa. A caapora viu a sombra de Macunaíma refletida n’água jogou depressa a tarrafa e só pescou sombra. O herói nem não achou graça porque estava tremendo de mêdo, vai, pra agradecer falou assim: – Bom-dia, minha vó.”
ANDRADE, Mario de. Macunaíma: o herói sem nenhum caráter. [1928]. São Paulo: Livraria Martins Fontes,1979, p.131-2.
II. Fotografia de regata no rio Tietê, década de 1970. Imagem associada para resolução da questão

As afirmativas a seguir, a respeito do uso de diferentes fontes de informação para uma aula de história sobre a relação da cidade de São Paulo com o rio Tietê, estão corretas, à exceção de uma. Assinale-a.
Leia a reportagem a seguir, sobre o bairro do Bom Retiro.
“O Bom Retiro acabaria ficando marcado para toda a cidade de São Paulo devido à sua grande diversidade cultural. E isso só ocorreu devido às ondas de imigrantes que foram chegando e se instalando na região. No fim do século XIX começaram a chegar diversos imigrantes europeus, com destaque para os portugueses e, na sequência, para os italianos. A partir do começo do século XX, muitas famílias israelitas chegam ao bairro, assim como sírios, libaneses, turcos, russos e povos de outras nacionalidades em menor escala. A partir dos anos 1990, o bairro recebe ainda mais imigrantes: os coreanos passam a ocupar os espaços comerciais. Além disso, bolivianos começam a trabalhar por ali, bem como os nordestinos, que também se encontram em grande número”. Adaptado de www.saopauloinfoco.com.br/o-bom-retiro/
As afirmativas a seguir caracterizam corretamente as possibilidades de uso do trecho citado em sala de aula para abordar o tema das imigrações em São Paulo, à exceção de uma. Assinale-a.