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(Concurso Milagres/2018) “Na luta entre o Parlamento e a Coroa, o que ficou claro é que os pagadores de impostos não iriam mais admitir de forma alguma que o governo cobrasse taxas, que não fossem previamente autorizadas pelos seus representantes. Em nome dessa resistência à tirania e ao despotismo foram até a Guerra Civil e a Revolução. Com a vitória, enormes recursos ficaram disponíveis para que as forças parlamentares montassem uma poderosa marinha, que iria ser fundamental na promoção dos interesses ingleses por todas as partes do mundo, onde recursos pudessem ser drenados. Isso tornou possível a eliminação dos piratas e a abertura aos mercadores ingleses, a colonização efetiva das terras do Atlântico e do Pacífico, inaugurando o imperialismo econômico inglês. Obteve inclusive o virtual monopólio do comércio de escravos, de onde, lamento dizer, retirou-se uma enorme fortuna.” (Chistopher Hill em entrevista a Nicolau Sevcenko, Folha de São Paulo,10-0801988, p. E-14).
Considerando o texto acima, podemos dizer que o historiador atribui à Revolução Inglesa um caráter:

Cada cultura tem suas virtudes, seus vícios, seus conhecimentos, seus modos de vida, seus erros, suas ilusões. Na nossa atual era planetária, o mais importante é cada nação aspirar a integrar aquilo que as outras têm de melhor, e a buscar a simbiose do melhor de todas as culturas. A França deve ser considerada em sua história não somente segundo os ideais de Liberdade-Igualdade-Fraternidade promulgados por sua Revolução, mas também segundo o comportamento de uma potência que, como seus vizinhos europeus, praticou durante séculos a escravidão em massa, e em sua colonização oprimiu povos e negou suas aspirações à emancipação. Há uma barbárie europeia cuja cultura produziu o colonialismo e os totalitarismos fascistas, nazistas, comunistas. Devemos considerar uma cultura não somente segundo seus nobres ideais, mas também segundo sua maneira de camuflar sua barbárie sob esses ideais. (Edgard Morin. Le Monde,08.02.2012. Adaptado.)


No texto citado, o pensador contemporâneo Edgard Morin desenvolve:

Oitenta e quatro anos atrás, uma onda de violência em massa contra judeus na Alemanha e na Áustria deu início à escalada da perseguição nazista. Nesta ocasião milhares de empresas, residências e sinagogas judaicas foram atacadas, além das mortes ocorridas durante estes atos de violência. Este episódio ficou conhecido na história como:

A pintura acompanha o ser humano por toda a sua história. Ainda que durante o período grego clássico não tenha se desenvolvido tanto quanto a escultura, a pintura foi uma das principais formas de representação dos povos medievais, do Renascimento até o século XX. Observe a imagem.

A imagem anterior se trata de:

Uma das questões que ativou o conflito na região dos Balcãs além dos interesses políticos e econômicos em anexar territórios foi o nacionalismo sérvio, que culminou com o assassinato do Arquiduque Francisco Ferdinando herdeiro do trono Austríaco. Esse movimento nacionalista defendia principalmente: