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[...] Na verdade, a questão da distribuição da riqueza é importante demais para ser deixada apenas para economistas, sociólogos, historiadores e filósofos. Ela interessa a todo mundo, e é melhor que seja assim mesmo. A realidade concreta e orgânica da desigualdade é visível para todos os que a vivenciam e inspira, naturalmente, julgamentos políticos contundentes e contraditórios. Camponês ou nobre, operário ou dono de fábrica, servente ou banqueiro: cada um, a partir de seu ponto de vista peculiar e único, vê aspectos importantes sobre as condições de vida de uns e de outros, sobre as relações de poder e de dominação entre grupos sociais, e elabora sua própria concepção do que é justo e do que não é. Logo, sempre haverá uma dimensão subjetiva e psicológica na questão da distribuição da riqueza, e isso inevitavelmente leva a conflitos políticos que nenhuma análise que se pretenda científica saberia atenuar. A democracia jamais será suplantada pela república dos especialistas – o que é muito positivo. [...] Disponível em: . Acesso em: 08 ago.2016. Há recursos linguísticos que ligam as partes de um texto. Nos segmentos destacados no texto: Ela interessa a todo mundo, para todos os que a vivenciam e isso inevitavelmente leva a conflitos políticos, os pronomes Ela, a e isso referem-se aos enunciados que os antecedem, representados, respectivamente, pelos núcleos
O nascimento de uma nação
O Brasil, cinco séculos depois, ainda é uma nação em gestação. A desigualdade social e de gênero, a ignorância, o preconceito racial e sexual e a violência ainda mancham nossas estatísticas de potência econômica regional, e ainda vão fazê-lo por muitas décadas. O que vai nos tornar uma sociedade mais justa, rica e bem educada no futuro são as medidas corretivas e preventivas que tomarmos hoje em nossas casas, escolas, empresas e instituições sociais e governamentais.
Revista Istoé. Edição 2426,03/0620/16 - Última Palavra - Milton Gamez.
O termo fazê-lo, destacado no texto, é uma forma verbal com pronome enclítico, que tem como referente
Poema do beco Manuel Bandeira Que importa a paisagem, a Glória, a baía, a linha do horizonte? – O que eu vejo é o beco. Disponível em:http://www.escritas.org/pt/t/4834/poema-do-beco. Acesso em: 07 jul.2016.
Os dois versos do “Poema do beco”, de Manuel Bandeira, estabelecem, pelo léxico apresentado em sua construção, uma relação semântica de


Qual foi o recurso expressivo usado intencionalmente na construção da tirinha que possibilitou mais de uma interpretação para o termo raiva?
Metamorfose ambulante Raul Seixas [...] Eu vou desdizer Aquilo tudo que lhe disse antes Eu prefiro ser Essa metamorfose ambulante Do que ter aquela velha opinião Formada sobre tudo [...] Disponível em:<http://www.vagalume.com.br/raul-seixas/metamorfose_ambulante.html> . Acesso em: 15 jul.2016.
Por uma questão de simplicidade expressiva, o autor de letra de música popular às vezes utiliza a norma coloquial da língua. A estrofe traz exemplos disso. Para se adequar à norma culta padrão, um dos versos deveria ser escrito da seguinte forma: