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Existem algumas bases para a terapia fonológica nos desvios fonológicos, como: o programa terapêutico, que baseia-se em avaliação e análise fonológica completa; e, a terapia, que baseia-se no princípio de padrões e regularidades da fala e no princípio de que a principal função dos padrões fonológicos é comunicativa, isto é, as diferenças entre os segmentos de sons e estruturas assinalam diferenças de significado. Estas bases consideram mecanismos básicos de mudanças fonológicas. Sobre os mecanismos de mudanças fonológicas, analise.


I. A inovação permite a introdução de um novo padrão.

II. A estabilização é o padrão de pronúncia assistemático que se torna sistemático.

III. A generalização é a transferência de um padrão de fala de um contexto para outro.

IV. A desestabilização ocorre quando há quebra de padrão estável para promover variabilidade.


Estão corretas as afirmativas

A disartria é um distúrbio de fala, resultante de alterações no controle muscular dos mecanismos envolvidos em sua produção, originado por uma lesão do Sistema Nervoso Central ou Periférico que acarreta alterações na emissão oral, devido a uma paralisia, fraqueza ou falta de coordenação dos músculos da fala. Existem vários tipos de disartria, de acordo com o local da lesão: flácida; espástica; do neurônio motor superior unilateral; hipocinética; hipercinética; atáxica; e, mista. Sabe-se que o processo fonoarticulatório em pacientes com disartria tende a ser prejudicado e, apesar da variação dos quadros, é comum encontrar em quase todos os pacientes disártricos alterações em bases motoras da fala. Assinale a alternativa que apresente as cinco bases motoras da fala normalmente comprometidas na disartria.
Segundo Thompson-Ward (2005), a lesão no neurônio motor superior pode ocasionar hemiparalisia espástica, caracterizada pela deficiência ou perda dos movimentos voluntários, disartria que compreende numa imprecisão articulatória leve, fraqueza, lentidão na execução dos movimentos, aumento do tônus muscular e reflexos musculares anormais. A disartria secundária à lesão de neurônio motor superior classifica-se como espástica. São sintomas da disartria espástica, EXCETO:
As autoras Mansur e Machado (2004) descrevem que a afasia é definida como alteração da comunicação adquirida em consequência de lesão neurológica (em geral, AVE), e não de déficits sensoriais, intelectuais ou psiquiátricos. Envolve as modalidades de produção e compreensão da linguagem oral e escrita. As mesmas autoras referem, também, que a abordagem mais difundida na clínica da afasia é a multidimensional, fundamentada nas correlações entre o déficit estrutural e a manifestação afásica, conforme visão anatomoclínica, em que os quadros são classificados, de acordo com parâmetros da linguagem oral (fluência, compreensão e repetição), em: Broca; Wernicke; condução transcortical motor; e, transcortical sensorial. Considerando os parâmetros de linguagem oral descritos, assinale a alternativa que descreva corretamente uma das afasias citadas.
Uma criança, de 3,9 anos, chega ao consultório com queixa de gagueira, conforme referido pela responsável. Nesta idade, pode-se identificar fatores de risco para a disfluência. Quais fatores de risco precisam ser investigados, na entrevista inicial/anamnese, que podem dar indícios de disfluência?