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A agricultura brasileira, a partir de meados do século XX, passou por um acelerado processo de modernização. As alterações nos mecanismos produtivos, que levaram à formação dos complexos agroindustriais (CAI), acarretaram não só mudanças na organização da agricultura nacional, mas também na distribuição territorial da produção e na inserção do país no comércio internacional.
Sobre os impactos ambientais, sociais e econômicos provocados pelos complexos agroindustriais (CAI), assinale a afirmativa incorreta.
O crescimento do agronegócio significa modernização da agricultura, interdependência entre
setores da economia, mudanças nas estruturas espaciais e amplas oportunidades de investimento de capital.
Com relação ao agronegócio no Brasil, analise as afirmativas a seguir.
I. O funcionamento do agronegócio é regulado pela economia de mercado, pelas demandas urbanas e industriais e pelas frequentes fusões entre empresas industriais, comerciais e de serviços.
II. O agronegócio provocou um maior desenvolvimento das indústrias que fornecem insumos e bens de capital para a agricultura e das que processam produtos agropecuários em mercadorias padronizadas para o consumo de massa.
III. Nas adjacências das áreas agrícolas modernizadas, as cidades passaram a ser o lugar que atende à crescente demanda por produtos e serviços, tais como implementos agrícolas, centros de pesquisa em biotecnologia e serviços especializados em genética agrícola.
Assinale:
A mundialização não diz respeito apenas às atividades dos grupos empresariais e aos fluxos comerciais que elas provocam. Inclui também a globalização financeira, que não pode ser abstraída da lista das forças às quais deve ser imposta a adaptação dos mais fracos e desguarnecidos.
François Chesnais. A mundialização do capital.São Paulo: Xamã, 1996 (com adaptações).
Tendo como referência inicial o fragmento de texto apresentado, julgue (C ou E) o item subsequente.
A agricultura moderna brasileira elabora usos e apropriações da terra com reduzida demanda de recursos hídricos e maximização da fragmentação do território nacional.
Segundo dados do IBGE, cerca de 28% da PEA (população economicamente ativa) brasileira trabalha no setor primário, sendo a agropecuária responsável por apenas 9,1% do nosso produto interno bruto (PIB). Levando em conta que ainda grande parte dos trabalhadores agrícolas mora na periferia das cidades e que eles se deslocam diariamente ao campo para trabalhar como boias-frias em modernas agroindústrias, percebemos que, apesar da modernização verificada nas técnicas agrícolas, ainda persistem o subemprego, a baixa produtividade e a pobreza no campo.
SENE, E. e MOREIRA, J. Geografia geral e do Brasil. São Paulo: Scipione, 2000. p.276. Adaptado.
Essa modernização técnica do campo provoca a seguinte consequência socioespacial: