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Observe os fragmentos “Collor confiscou as poupanças” e “as poupanças foram confiscadas por Collor” (1º parágrafo), extraídos do Texto I, e analise as assertivas que seguem.

I- O fragmento “as poupanças foram confiscadas por Collor” está na voz passiva sintética.
II- Em “Collor confiscou as poupanças”, “Collor” funciona sintaticamente como sujeito da oração.
III- Em “as poupanças foram confiscadas por Collor”, “Por Collor” funciona como agente da passiva.
IV- No fragmento “Collor confiscou as poupanças”, o complemento verbal é do tipo indireto.
V- Transpondo o fragmento “Collor confiscou as poupanças” para a voz passiva, o objeto direto “as poupanças” será transformado em sujeito da passiva.

É CORRETO o que se afirma apenas em:
Relacione a Coluna 1 à Coluna 2, associando as descrições morfológicas aos respectivos verbos retirados do texto.

Coluna 1
1. Verbo flexionado no presente do indicativo.
2. Verbo na voz ativa, flexionado no pretérito imperfeito do indicativo.
3. Verbo formado pelo processo de derivação prefixal.

Coluna 2
( ) Reconstruiu.
( ) Migravam.
( ) Antecede.

A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é: 
Assinale a alternativa que apresenta uma frase em que o verbo “tem” deve ser acentuado graficamente com acento circunflexo para manter-se a concordância e a correção gramatical. 

Sobre o verbo “expôs” no trecho “Platão expôs aquilo que seria sua doutrina sobre o que é o amor”, retirado do texto, analise as seguintes assertivas:



I. É um verbo flexionado na 3ª pessoa do singular do pretérito perfeito do modo indicativo.


II. Recebe acento gráfico porque deriva do infinitivo “expôr”.


III. Se o sujeito “Platão” for substituído por “os filósofos”, a flexão do verbo no plural é “expuseram”.



Quais estão corretas?

Considere os fragmentos Ae B, abaixo apresentados, e assinale a alternativa CORRETAacerca da concordância verbal.

A- “Só nos EUA, falhas de comunicação custam US$ 1,2 trilhão por ano às empresas” (4º parágrafo)
B - “Uma enquete com 547 empresários revelou que 54% se incomodam com os jargões em suas leituras cotidianas” (4º parágrafo).