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As crises epilépticas são definidas por uma expressão clínica decorrente de descarga anormal e excessiva do tecido cerebral. Existem diversos tipos e a classificação depende da descrição clínica das características semiológicas das crises e do correlato com as anormalidades eletroencefalográficas. De acordo com o EEG observado acima, a melhor hipótese diagnóstica é:
Um homem 25 anos é trazido pela ambulância do corpo de bombeiros à emergência ao ser encontrado desacordado, não havendo qualquer informação pessoal adicional. Ao exame neurológico, constata-se torpor, hiperreflexiva profunda simétrica e generalizada, algumas miocloniais intermitentes, pupilas simétricas e fotorreagentes, sensibilidade dolorosa preservada e temperatura axilar 36° graus. A etiologia mais provável para o quadro clínico acima é:
Durante o exame físico, ao pesquisarmos a sensibilidade da face e a inervação do músculo da mastigação, estamos testando o nervo craniano:
Um homem de 60 anos é levado à emergência por apresentar febre de início súbito, associada a: cefaleia, prostração, náuseas e vômitos. Ao exame físico, nota-se uma rigidez de nuca. Diante da suspeita clínica, a etiologia predominante para o rebaixamento do nível de consciência é:
Uma mulher de 53 anos tem diagnóstico de demência. Pela história colhida com o marido, descarta-se alcoolismo, uso de medicamentos ou drogas ilícitas. O exame físico é inespecífico. A Ressonância Nuclear Magnética (RNM) é normal. Além de avaliar a função hepática, deveriam ser solicitados os seguintes exames complementares: