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Mulher, 54 anos, portadora de câncer de mama triplo negativo e com história familiar de câncer de mama, ovário e pâncreas na família materna. A sua mãe faleceu jovem, e o avô materno faleceu por câncer de pâncreas. Essa paciente realiza teste genético para pesquisa de mutações germinativas, e é encontrada mutação patogênica em BRCA2. A filha de 23 anos é aconselhada a realizar o teste genético.

Qual a chance da filha ser portadora dessa mutação?
 Paciente, 67 anos, sexo feminino, tem o diagnóstico de câncer de mama há 10 anos. Atualmente, apresenta metástases pulmonares e ósseas. Está em uso de hormonioterapia, inibidor de ciclina e inibidor de RANK-L. Refere dor de forte intensidade, há três dias, em região cervical/dorsal, com irradiação para membro superior direito. Refere parestesias e perda de força nesse membro. Está fazendo uso de dipirona quando a dor fica insuportável, com melhora parcial.

Nesse caso, a conduta mais apropriada é:
Em pacientes com câncer de próstata, a Escala de Classificação de Gleason é útil para a determinação de prognóstico.

Com base nessa escala, é correto afirmar que os tumores com classificação de
Homem, 23 anos, procura o médico por aumento da bolsa escrotal, percebido há duas semanas. Atribui o aumento a trauma na região após jogo de futebol. Ao exame físico, encontra-se hígido, em bom estado geral, sem linfonodomegalias, exame de tórax e abdome normais. A palpação da bolsa escrotal revela aumento do testículo direito. Ultrasonografia revela massa testicular sólida.

Nesse caso, a hipótese diagnóstica e os exames para diagnóstico são:
Paciente, 68 anos, tabagista, 30 anos-maço, procura o serviço médico com queixa de piora da tosse há um mês. Refere que notou edema progressivo da face nas últimas três semanas, com a presença de sibilos, dispneia progressiva e há dois dias rouquidão. Ao exame físico, apresenta pletora facial, edema de membros superiores, ingurgitamento de veias do pescoço, estertores subcrepitantes e sibilos bilaterais, redução do murmúrio vesicular à direita e estridor laríngeo. RX de tórax (expirado) com moderado derrame pleural à direita.

Nesse caso, a hipótese diagnóstica mais provável é: