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Identificar o risco de desenvolvimento de psicoses antes de qualquer manifestação da doença é ainda um desafio, mas alguns fatores de risco podem denunciar um estado mental de risco, uma série de fatores ou comportamentos que indicam a possibilidade do aparecimento futuro da doença, geralmente detectáveis a partir da adolescência ou do início da fase adulta. Considere os itens a seguir sobre os fatores de risco:


I - A predisposição genética em famílias com parentes próximos com algum tipo de doença mental.

II - O desenvolvimento fora dos padrões da normalidade na infância, como atraso escolar, dificuldade de socialização e de comunicação, também podem indicar predisposição a algum transtorno mental.

III - A vivência de algum trauma, como violência física, sexual ou psicológica.

IV - O uso de drogas como o tabaco, sobretudo na adolescência, pode desencadear psicoses.


Está correto o que se afirma em:

A maioria dos pesquisadores científicos relaciona os riscos para a depressão materna em três categorias: a primeira refere-se à qualidade dos relacionamentos interpessoais da mãe, particularmente com seu parceiro; a segunda relaciona-se à gravidez e ao parto e a ocorrência de eventos de vida estressantes; e a terceira refere-se a:

Responda verdadeiro (V) ou falso (F) sobre as características das crianças superdotadas e assinale a alternativa correta:


(__) Aceitar as regras é comum entre os superdotados, pois muitas vezes eles as consideram justas e necessárias. Os pais e a escola devem analisar os limites que estão impondo e explicar à criança os motivos dessa conduta.

(__) As crianças superdotadas em geral são emocionalmente diferentes, pois suas aptidões intelectuais e criativas desenvolvem-se em um ritmo mais elevado que suas outras capacidades, que evoluem com normalidade.

(__) Tendo os superdotados necessidades de cuidados e estímulos para canalizarem todo o potencial de suas habilidades de forma positiva, devem ser monitorados por especialistas. Sem acompanhamento adequado, eles podem querer se igualar à média, atrofiando-se para tal. Podem se rebelar e usar seu potencial contra si mesmo ou contra o grupo social de que fazem parte.

Um paciente de 32 anos é encaminhado com histórico de relacionamentos interpessoais intensos e instáveis, alternando entre idealização e desvalorização dos outros. Apresenta esforços frenéticos para evitar abandono real ou imaginado, automutilação não suicida em situações de estresse relacional, e sentimento crônico de vazio. Seu humor é marcadamente reativo, com episódios de raiva intensa e desproporcional. Contudo, diferentemente do Transtorno de Personalidade Borderline (TPB), esse paciente nunca apresentou ideação paranoide transitória relacionada ao estresse, nem sintomas dissociativos significativos. Considerando a precisão diagnóstica do DSM-5, a alternativa que melhor avalia essa apresentação é:
A noção de "espectro" tem ganhado centralidade na compreensão moderna de transtornos como o autismo e a esquizofrenia. Em relação ao Espectro da Esquizofrenia e Outros Transtornos Psicóticos no DSM-5, essa concepção implica que: