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Paciente do sexo feminino, de 45 anos de idade, com queixa de disúria, polaciúria e lombalgia. Tratada como infecção urinária, não respondeu à antibioticoterapia inespecífica. EAS mostrou piúria inespecífica. Apresentou hematúria. Urografia excretora normal.
A conduta laboratorial, diante do quadro apresentado, com maior possibilidade de acerto diagnóstico, é
Em pacientes com insuficiência renal em estágio final têm papel na gênese da hipertensão arterial os fatores abaixo, EXCETO
Mulher de 52 anos, com diagnóstico de neoplasia avançada do trato digestivo, interna para investigação de quadro de dor abdominal e vômitos. Realizou tomografia de abdome, que teve como principais achados uma tumoração sólida pélvica de 20 cm e hidronefrose acentuada bilateral. Exames laboratoriais revelaram potássio sérico de 6.7 mEq/L, uréia de 150 mg/dL e creatinina de 2.4 mg/dL, e em eletrocardiograma foi observada alteração das ondas T em todas as derivações. A classificação da insuficiência renal aguda (IRA), o principal tratamento e a droga para tratamento imediato da hipercalemia, respectivamente, são:

Valores de referência (séricos): potássio 3.5 a 5.0 mEq/L, uréia 10 a 45 mg/dL, creatinina 0.6 a 1.2 mg/dL.
Diversos pacientes com quadro agudo de náusea, oligúria e creatinina sérica superior a 2,5 mg/dL foram separados em três grupos:

Grupo I: sódio urinário > 25 mEq/L e sedimento urinário granular.

Grupo II: sódio urinário < 10 mEq/L e cilindrúria hemática.

Grupo III: sódio urinário variável e eosinofilúria.

Nefrite intersticial, glomerulonefrite aguda e necrose tubular aguda correspondem, respectivamente, aos grupos
Considere quatro pacientes com as seguintes características clínicas e laboratoriais:

Paciente I: hipofosfatemia e noctúria.

Paciente II: hipomagnesemia e anion gap normal.

Paciente III: hiperparatireoidismo e pericardite.

Paciente IV: intolerância à glicose e disfunção plaquetária.

Têm maior probabilidade de serem portadores de doença renal crônica os pacientes