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A oralidade não se aprende por intuição: gêneros mais formais, como o seminário, devem ser trabalhados com as crianças desde as séries iniciais. Quem disse que uma apresentação se aprende espontaneamente? Um seminário possui uma série de procedimentos formais que devem ser abordados em sala. Primeiro, é preciso estudar a fundo o assunto a ser apresentado por meio de pesquisas e leituras. Em seguida, é necessário triar as informações e preparar a exposição, estruturando-a para que ela seja assimilada pelos colegas. Só então chega o momento de partir para a apresentação propriamente dita. Nessas etapas, há aspectos que não podem ser esquecidos: I. Planejamento do texto: além de cuidar do conteúdo (uma preocupação comum a todas a situações comunicativas), um seminário exige a preocupação com a forma como as informações são passadas, que não pode ser a mesma usada com os colegas no dia-a-dia. Por isso, é necessário trabalhar as diferenças entre a língua formal e a informal. II. Estrutura da exposição: o conteúdo precisa ser apresentado de forma clara e coerente - o objetivo é facilitar a compreensão de seu sentido geral. Para que isso ocorra, o texto oral deve ter uma sequência organizada: fase de abertura, introdução ao tema, desenvolvimento, conclusão e encerramento. III. Características da fala: o tom e a intensidade da voz do expositor devem criar um clima propício para a interação com a plateia.
IV. Postura corporal: olhares, gestos, expressões faciais e movimentos corporais são importantes para complementar as informações transmitidas pela fala. Esses recursos auxiliam a mobilizar a escuta atenta. V. Avaliação: o professor deve aproveitar o momento e fazer uma avaliação precisa da apresentação, pois nessa fase das séries iniciais a seleção é muito importante para selecionar os melhores da turma através de notas. De acordo com as descrições acima marque as alternativas corretas:
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Com a obra de Vergara, revisaram as principais teorias sobre liderança e puderam concluir que, de acordo com essa autora, liderança pode ser compreendida, atualmente, como o poder de influenciar pessoas,
Marilu Fontoura de Medeiros (in Silva Jr. e Rangel, org., 2007) apresenta um relato de pesquisa desenvolvida por uma universidade do sul do país sobre a construção de um paradigma de avaliação emancipatória, tendo em vista avaliar um curso de formação de especialistas em educação. Nesse trabalho, os responsáveis pela pesquisa sentiram necessidade de redefinir a concepção de especialista de educação e, apoiados em Habermas, chegaram à ideia de um especialista educador, cujas ações devem ser de respeito ao outro e de busca de autonomia, o que os fez pensar num sujeito que
Alzira, supervisora de ensino, no munícipio de Barretos, foi convidada pela diretora de uma das escolas que supervisiona a participar do planejamento e da realização de uma sessão de estudos com os professores sobre a verificação do rendimento escolar no Ensino Fundamental e Médio. Fizeram um levantamento prévio das dúvidas e das opiniões dos professores sobre o tema e selecionaram, como textos de apoio, o Parecer CNE/CEB nº 07/2010 e o capítulo 2 do texto de Hoffmann (2001), com o objetivo de enfatizar a avaliação contínua e cumulativa do desempenho dos estudantes, com prevalência dos aspectos qualitativos sobre os quantitativos. Após as leituras, debates e argumentações, o grupo compreendeu que, nos caminhos da aprendizagem, não há paradas ou retrocessos; todos os aprendizes estão sempre evoluindo, mas em diferentes ritmos e por caminhos singulares e únicos. Puderam, assim, concluir que trabalhar a avaliação na diversidade dos alunos exige perceber e acompanhar a construção de conhecimento em sua própria diversidade, o que se atinge reconhecendo-se que
A equipe de supervisão do município de Castanheiros organizou um seminário sobre “A construção do conhecimento”, dirigido aos diretores e coordenadores pedagógicos das escolas jurisdicionadas. Como suporte, adotou a obra Construção do conhecimento em sala de aula, de Vasconcellos (2002). No decorrer das atividades, ficou claro aos participantes que, apesar de a mobilização do sujeito ser uma característica para conhecer os objetos, ela não basta, pois, embora a ação do sujeito sobre o objeto a ser conhecido seja a necessidade primordial, há, contudo, para além da mobilização e da ação do sujeito sobre o objeto, um elemento central, fundador do homem e, como designa Vasconcellos na referida obra, “motor” do conhecimento. Trata-se da