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Em um curso de formação continuada para professores de Queimadas, PB, foi discutida a importância de compreender as diferentes formas de aprendizagem para melhorar a prática pedagógica. Os professores foram questionados sobre os conceitos e tipos de aprendizagem e suas aplicações em sala de aula. Com base nesse cenário, avalie as assertivas seguintes:

1. A aprendizagem formal ocorre em ambientes organizados, como escolas, e segue um currículo estruturado, sendo essencial para o desenvolvimento acadêmico dos alunos.

2. A aprendizagem informal acontece de maneira espontânea, em situações cotidianas, e contribui significativamente para o desenvolvimento de habilidades sociais e práticas.

3. A Teoria Sociointeracionista de Vygotsky enfatiza que a aprendizagem é um processo social e cultural, mediado por interações entre o indivíduo e o meio.

4. A aprendizagem por reforço, proposta por Skinner, baseia-se no condicionamento operante, onde os comportamentos desejados são fortalecidos por recompensas.

5. A aprendizagem colaborativa, que ocorre quando os alunos trabalham em grupo para resolver problemas ou realizar tarefas, é eficaz para o desenvolvimento de habilidades de comunicação e trabalho em equipe.

Alternativas:
Questão Anulada
Uma pesquisa realizada em Queimadas, PB, revelou que muitos professores da rede pública sentem-se desatualizados em relação às novas abordagens pedagógicas e tecnológicas. A partir dessa constatação, a Secretaria de Educação propôs a criação de um centro de formação permanente para os docentes. Considere as assertivas a seguir:

1. A formação continuada dos professores é essencial para o desenvolvimento de práticas pedagógicas inovadoras e eficazes, conforme previsto na Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDBEN).

2. O uso de tecnologias digitais na educação exige que os professores dominem não apenas os recursos tecnológicos, mas também as metodologias adequadas para integrá-los ao ensino.

3. A Resolução CNE/CP nº 2/2019 estabelece que a formação inicial deve ser complementada por uma formação continuada que articule teoria e prática pedagógica, garantindo a atualização constante dos docentes.

4. A criação de centros de formação permanente é uma iniciativa inovadora, sendo a primeira vez que esse tipo de estratégia é adotada em redes municipais de ensino no Brasil.

5. A formação docente deve ser flexível, permitindo que os professores escolham os conteúdos e as metodologias que melhor se adequem às suas necessidades e interesses.

Alternativas:
A Didática e a Formação Profissional do Professor
No contexto educacional de Queimadas, PB, foi implementado um novo programa de formação continuada para os professores da rede municipal, focando no desenvolvimento de competências para o uso de metodologias ativas e tecnologias digitais. No entanto, alguns professores relataram dificuldades em aplicar esses novos conhecimentos no dia a dia escolar. Diante desse cenário, avalie as assertivas a seguir:

1. A didática, conforme definida por Libâneo (2020), é a ciência que estuda o processo de ensino-aprendizagem, fundamentando-se em teorias pedagógicas que orientam a prática docente.

2. A formação continuada deve ser centrada na reflexão crítica sobre a prática pedagógica, promovendo a integração entre teoria e prática para a melhoria do ensino.

3. A Resolução CNE/CP nº 2/2019 enfatiza a necessidade de que os professores adquiram competências tecnológicas e metodológicas que lhes permitam enfrentar os desafios da educação contemporânea.

4. A formação inicial dos professores não é suficiente para que eles se adaptem às demandas pedagógicas atuais, sendo a formação continuada uma opção prioritária.

5. O uso de metodologias ativas depende da infraestrutura tecnológica da escola, não exigindo mudanças substanciais na abordagem pedagógica do professor.


Alternativas:

Os métodos de alfabetização podem ser classificados em dois grupos principais: sintéticos e analíticos. Os métodos sintéticos iniciam com a leitura dos elementos gráficos, como letras e sílabas, e progridem até a leitura completa das palavras. Entre esses métodos estão o alfabético, o fônico e o silábico. Por outro lado, os métodos analíticos começam com a leitura de palavras, frases ou textos, para, posteriormente, reconhecer os elementos gráficos, como sílabas e letras.


(Fonte: https://acesse.dev/metodos-e-processos.adaptado)


Em relação ao método fônico, é CORRETO afirmar que:

Leia, com atenção, os excertos abaixo:

“De hoje em diante, que fique combinado que não haverá mais ‘índio’ no Brasil. Fica acertado que os chamaremos indígenas, que é a mesma coisa que nativo, original de um lugar. Certo? Bem, calma lá. Alguém me soprou uma questão: mais índio e indígena não é a mesma coisa? Pois é. Não, não é. Digam o que disserem, mas ser um indígena é pertencer a um povo específico, Munduruku, por exemplo. Ser ‘índio’ é pertencer a quê? É trazer consigo todos os adjetivos não apreciados em qualquer ser humano. Ela é uma palavra preconceituosa, racista, colonialista, etnocêntrica, eurocêntrica. Acho melhor não a usarmos mais, não é?”

Fonte: Secretaria Municipal de Educação. Coordenadoria Pedagógica Currículo da cidade: povos indígenas: orientações pedagógicas. – São Paulo: SME / COPED,2019, p.16.
“Ao mesmo tempo, a linguagem como produtora de conhecimento, ao não apresentar de maneira sistemática e elaborada elementos da história e da cultura africanas e afro-brasileiras, elimina não só a possibilidade de as crianças conhecerem tal história e cultura, como também leva à idéia de que não possuem importância, portanto sua ausência se torna normal, natural, a ponto de nem ser denunciada e desejada. Esse fato configura um círculo vicioso de silêncio e silenciamento, que dificulta a reflexão das crianças sobre as relações raciais no cotidiano escolar e, ao mesmo tempo, sobre o próprio pertencimento racial. Por extensão, que essas crianças reflitam e ajam sobre as discriminações experienciadas e percebidas no dia a dia.”

Fonte: Cavalleiro, E. Discriminação racial e pluralismo em escolas públicas da cidade de São Paulo. In: Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização e Diversidade (SECAD). Educação anti-racista: caminhos abertos pela lei federal nº 10.639/03. Brasília: Ministério da Educação, Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização e Diversidade (MEC-SECAD),2005. p.99.

A partir dos excertos apresentados, um caminho eficaz que a escola deve assumir, considerando que o espaço escolar deve romper com práticas racistas e discriminatórias e promover uma educação que reconheça e promova a diversidade étnico-racial, é