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Paciente do sexo masculino,45 anos de idade, sem antecedentes patológicos relevantes, foi levado ao pronto-socorro após quadro de cefaleia holocraniana de forte intensidade e início súbito, associada a náuseas, vômitos e, posteriormente, síncope. Na admissão, o paciente já se encontrava acordado, eupneico, corado. Havia sinais meníngeos leves e os exames dos aparelhos cardiovascular e pulmonar, e de abdome estavam normais. Realizou tomografia computadorizada (TC) de crânio que evidenciou imagem hipoatenuante ocupando os sulcos e cisternas dos lobos frontal e parietal à direita.
Foi colocado na unidade de tratamento intensivo com monitorização hemodinâmica. Vinha evoluindo satisfatoriamente até o sexto dia de internação, quando começou a apresentar hemiparesia esquerda e rebaixamento progressivo do nível de consciência. No sétimo dia de internação, o nível de consciência piorou e foi observada hemiplegia completa à esquerda. Logo após, o paciente apresentou episódio de convulsão tônico-clônica generalizada, foi entubado e colocado em ventilação mecânica. Os reflexos do tronco cerebral estavam preservados e os sinais de Kernig e Brudzinski não estavam presentes. A pressão arterial estava em 160 x 100 mmHg. Os exames revelaram: hemoglobina: 12 g/dL; hematócrito: 36%; leucócitos: 12.500 mm³; plaquetas: 205.000 mm³ ; sódio: 135 mEq/L; potássio: 4,1 mEq/L; creatinina: 1,0 mg/dL. Foi repetida a TC de crânio que, dessa vez, evidenciou imagem hipoatenuante frontoparietal à direita com apagamento dos sulcos.
Com base nesse caso clínico, assinale a alternativa correta.
I. Choque cardiogênico por arritmia cardíaca II. Choque cardiogênico por insuficiência de válvula mitral grave III. Choque obstrutivo por tamponamento pericárdico IV. Choque obstrutivo por tromboembolismo pulmonar
São diagnósticos diferenciais nesse caso
COLUNA I
1. Dopamina 2. Dobutamina 3. Nitroprussiato de sódio 4. Milrinona
COLUNA II
( ) Pode causar taquicardia, arritmias, hipertensão, necrose local (se houver infiltração) e vasoconstrição periférica. O seu uso prolongado pode inibir a liberação do TSH. ( ) Pode causar arritmias, náuseas, mielossupressão, isquemia local (se houver infiltração) e é inativada por soluções alcalinas. ( ) Monitorizar a saturação periférica e o ECG. A hipovolemia pode agravar os efeitos hipotensores da medicação. Nos casos de tratamentos prolongados (> 48h), doses > 2 mcg/kg/min ou em pacientes com disfunção hepática ou renal, os níveis de tiocianato e cianeto devem ser monitorados. Pode causar convulsões, agitação, hipotensão arterial, bradicardia e taquicardia, náuseas, vômitos, câimbras abdominais e hipotireoidismo. ( ) Monitorizar ECG, pressão arterial e plaquetas. A hipovolemia pode agravar os efeitos hipotensores da medicação. Pode causar plaquetopenia, hipopotassemia e se acumular em pacientes com insuficiência renal.
Assinale a sequência correta.