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Quando vivemos a autenticidade exigida pela prática de ensinar-aprender participamos de uma experiência total, diretiva, ideológica, gnosiológica, pedagógica, estética e ética, em que a boniteza deve achar-se de mãos dadas com a decência e a seriedade.

Paulo Freire. Pedagogia da autonomia: saberes necessários à prática educativa. São Paulo: Paz e Terra,1996, p.24.

Tendo o fragmento do texto de Paulo Freire como referência inicial, julgue o item que se segue.

Tornar-se apto a produzir novos conhecimentos é tão importante quanto aprender conhecimentos existentes, por isso não deve haver dissociação entre aprender, ensinar e pesquisar.

Quando vivemos a autenticidade exigida pela prática de ensinar-aprender participamos de uma experiência total, diretiva, ideológica, gnosiológica, pedagógica, estética e ética, em que a boniteza deve achar-se de mãos dadas com a decência e a seriedade.

Paulo Freire. Pedagogia da autonomia: saberes necessários à prática educativa. São Paulo: Paz e Terra,1996, p.24.

Tendo o fragmento do texto de Paulo Freire como referência inicial, julgue o item que se segue.

Na prática educativa bancária, a possibilidade de questionamento, de crítica e de reflexão pelos educandos é incentivada, o que motiva a curiosidade epistemológica.

O educador Paulo Freire argumentava que é impossível pensar a democratização da escola sem superar os preconceitos contra as camadas populares, os negros, as mulheres, as pessoas com deficiência e as minorias. Nesse contexto, a escola deve assumir na sociedade contemporânea uma função social diferenciada e ser um local privilegiado para
[...] A narração, de que o educador é o sujeito, conduz os educandos à memorização mecânica do conteúdo narrado. Mais ainda, a narração os transforma em “vasilhas”, em recipientes a serem enchidos pelo educador. Quanto mais vai se enchendo os recipientes, com seus “depósitos”, tanto melhor educador será. Quanto mais se deixem docilmente encher, tanto melhores educandos serão. [...] Em lugar de comunicar-se, o educador faz “comunicados” e depósitos que os educandos, meras incidências, recebem pacientemente, memorizam e repetem. [...] FREIRE, P. Pedagogia do oprimido,17ª. ed. Rio de Janeiro: Paz e Terra.1987, p.33. Disponível em: <http://www.dhnet.org.br/direitos/militantes/paulofreire/paulo_freire_pedagogia_do_oprimido.pdf>. Acesso em: 18 set.2016.
O termo “concepção bancária de educação” refere-se à pedagogia

Paulo Freire em uma de suas frases mais conhecidas dizia que “ninguém educa ninguém” [...]. O autor ainda enfatizava que “ninguém aprende sozinho” [...] “Aprendemos através do mundo” (2011; p.95-101). Se essas premissas forem consideradas pelo profissional pedagogo no exercício de seu trabalho pedagógico, serão perceptíveis no ambiente laboral:


I. Diálogos que incentivem à busca pela aprendizagem.

II. Treinamentos para a resolução de problemas.

III. O educar e ser educado.

IV. Incentivos às trocas de experiências.

V. Capacitações para mistificação da realidade.


Estão incorretas as afirmativas: