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Homem,69 anos, tabagista de longa data (45 maços/ ano) tendo parado há 1 ano, quando foi diagnosticada doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC). Nos últimos dois anos tem apresentado vários episódios gripais, e duas visitas ao pronto atendimento, sendo tratado com antibióticos, com melhora parcial. Refere que nas duas últimas gripes foi tratado com antibiótico e corticoide, sem necessidade de internações hospitalares. Apresenta dispneia ao subir escadas e ao caminhar por mais de 5 minutos. Traz os seguintes exames complementares: espirometria: CVF 3L (79%); VEF1: 1,02L (48%) e VEF1/CVF: 34%; radiografia de tórax: normal; tomografia de Tórax: sinais de enfisema centrolobular.

(CVF – capacidade vital forçada; VEF1 – volume expiratório forçado do primeiro segundo)


Assinale a alternativa que apresenta a opção terapêutica correta para o paciente.

Mulher,32 anos, refere que foi madrinha em um casamento há 3 dias e que dançou a noite inteira na festa. Após 48 horas, passou a apresentar dor muscular, febre de até 38ºC e dor ventilatório-dependente em hemitórax D. Nega uso de medicamentos nos últimos seis meses. Exame físico: paciente febril,37,9 ºC, em bom estado geral; FC = 92 bpm; FR = 18 ipm; SpO2 em ar ambiente = 96%; PA 100 x 60 mmHg; ausculta cardíaca normal; ausculta pulmonar presença de estertores subcrepitantes em base pulmonar D. Foi realizada radiografia de tórax que está ilustrada a seguir.

 

Assinale a alternativa com a opção terapêutica correta.

Mulher,24 anos, previamente hígida, procura Unidade de Pronto Atendimento com queixa de tosse há um mês, com expectoração em moderada quantidade. Refere que o catarro era inicialmente amarelado e, há uma semana, tornou-se hemoptoico. Apresenta, ainda, dor em hemitórax esquerdo, tipo aperto e ventilatório-dependente, desde o início do quadro. Exame físico: regular estado geral, T = 37,9 ºC, FC = 102 bpm, FR = 20 ipm, PA = 110 x 80 mmHg, SpO2 em ar ambiente = 95%; ausculta pulmonar com roncos difusos e estertores subcrepitantes em campos médio e inferior esquerdo.
Após a realização de uma radiografia de tórax, a conduta recomendada é
Paciente do sexo masculino,44 anos de idade, apresenta quadro progressivo de febre vespertina, falta de ar, tosse não produtiva e desconforto torácico há 1 semana. Nega uso de medicamentos ou patologias prévias, mas relata que há 3-4 meses vem se sentindo mal, perde quase 10 kg de peso no período. Refere relações sexuais não protegidas frequentemente. Exame físico: PA: 105 x 65 mmHg, FC: 122 bpm, FR: 26 ipm, SatO2 : 79%, temperatura: 38,9 ºC; lesões orais esbranquiçadas sugestivas de candidíase. Radiografia de tórax é mostrada a seguir. Exames séricos: teste rápido para HIV: positivo; hemoglobina: 12,3 g/dL, leucócitos: 4560/mm3 e plaquetas: 165000/mm3 ; desidrogenase lática: 2740 U/L; creatinina: 0,9 mg/dL; função hepática: normal. Gasometria arterial: PaO2 : 53 mmHg.


O tratamento inicial recomendado é
Mulher de 31 anos de idade, sem comorbidades prévias, apresenta quadro de tosse seca, dor torácica esquerda, sudorese noturna, perda de peso e dispneia progressiva há 5 semanas. Exame físico: consciente, corada, hidratada e anictérica: pressão arterial: 110 x 70 mmHg, pulso: 96 bpm, frequência respiratória: 24 ipm, saturação arterial de oxigênio de 91% e temperatura axilar: 38,2 ºC; abdome e membros inferiores: sem alterações. A radiografia de tórax realizada é mostrada a seguir. Uma toracocentese diagnóstica é realizada com os seguintes achados: contagem de células: 4 300/mm3, predomínio linfocitário (88%), proteínas totais: 3,9 g/dL, desidrogenase lática: 1 842 U/L, pH: 7,36 e glicose: 78 mg/dL. 


O diagnóstico da principal hipótese pode ser feito com