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Leia o caso a seguir.
Paciente K.,25 anos, mulher, casada, fazia tratamento para episódio depressivo há cerca de 2 anos, com 3 episódios durante esse tempo. Apresentava-se estável, com o uso de 75 mg/dia de Amitriptilina. Há 6 meses, descobriu estar grávida e, com orientação médica, descontinuou a medicação. Contudo, há 30 dias, reiniciou piora do quadro, com apatia, melancolia, choro fácil, inapetência, com perda de 3 kg em uma semana. O médico de seu pré-natal avaliou a vitalidade fetal e percebeu que o feto estacionou o desenvolvimento de sua estatura e peso. K. foi reencaminhada ao psiquiatra.
A conduta nesse caso é

Leia o caso a seguir.


Paciente,35 anos, mulher, solteira chega ao ambulatório com queixa de anedonia, labilidade emocional, tristeza importante, mais quieta nos últimos meses, com sonolência excessiva, ganho de peso inexplicável, fadiga, perda de cabelo e alteração de memória. O quadro se iniciou há cerca de 6 meses, com piora insidiosa e lenta nos últimos 2 meses. Fazia acompanhamento para Transtorno Bipolar já há 3 anos, tendo apresentado um episódio depressivo no início do tratamento e um episódio de hipomania há 1 ano. Vinha apresentando estabilidade clínica. Em uso de 900 mg/dia de carbonato de lítio. Nega alterações prévias do humor. Trouxe os seguintes exames:

1- Litemia: 0,7 mEq/L Ref. (0,6 a 1,2 mEq/L);

2- TSH: 7,35 mUI/L Ref. (0,6-4,8 mUI/L);

3- T4 livre: 0,2 mUI/L Ref. (0,7-1,8 ng/dl);

4- Creatinina: 0,9 mg/dl Ref. (0,7-1,3 mg/dl);

5- Ureia: 33 mg/dl Ref. (16-40 mg/dl);

6- Sódio: 140 mmol/L Ref. (135-145 mmol/L);

7- Cálcio: 8,2 mmol/L Ref. (8,5-10 mmol/L);

8- Glicemia: 109 mg/dl Ref. (60- 110 mg/dl).


Com base na história clínica e nos exames laboratoriais, a conduta adequada é

Assinale a alternativa que não apresenta uma potencial ação do lítio nos transtornos mentais.
Cerca de 40% dos pacientes da atenção primária com depressão abandonam o tratamento e interrompem a medicação se a melhora sintomática não for notada no prazo de um mês.
A classe de medicamentos mais frequentemente utilizada como droga de escolha para o tratamento inicial nos quadros depressivos é:
O desenvolvimento dos antipsicóticos, drogas dopaminérgicas, permitiu uma mudança de paradigma no tratamento da loucura e explicações possíveis para a gênese da Esquizofrenia. Uma das teorias mais estudadas e aceitas sobre a etiologia da Esquizofrenia é a teoria da dopamina e das vias dopaminérgicas, que tem como principal substrato o efeito clínico que as drogas dopaminérgicas apresentam. Sobre as vias dopaminérgicas e sua relação com a Esquizofrenia, é correto afirmar que suas alterações afetivas tem sido explicadas pela alteração na: