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A família de um paciente com depressão relata ao farmacêutico (que começa a fazer o seu seguimento farmacoterapêutico) que o medicamento antidepressivo que o paciente faz uso não está “fazendo efeito". Antes de avaliar a efetividade do tratamento antidepressivo e inferir que há inefetividade, deve-se verificar:

I. se o paciente realmente possui diagnóstico de depressão.

II. qual tipo de orientação (em relação ao tratamento) foi fornecida ao paciente.

III. se o tempo de latência já foi superado.

IV. se houve, recentemente, alterações posológicas.

V. qual o nível de adesão do paciente ao tratamento proposto.

Sobre as asserções apresentadas, é correto afirmar que
Durante o tratamento farmacoterápico de pacientes com depressão maior, qual dos fatores descritos abaixo NÃO está relacionado ao aumento do risco de recaída?
Uma paciente de 30 anos apresenta um histórico de vários anos com sintomas físicos múltiplos e recorrentes, relacionados a vários sistemas, como cardiovascular, gastrointestinal, neurológico e ginecológico. As avaliações médicas realizadas, associadas a inúmeros exames complementares, foram infrutíferas no diagnóstico de uma condição médica de ordem física. O curso da sintomatologia é flutuante, e a recorrência dos sintomas está relacionada a períodos de conflitos interpessoais e familiares. O quadro clínico descrito apresenta sintomas essenciais para o diagnóstico de transtorno:
Um paciente de 25 anos manifesta tendência a apresentar excessivos sentimentos de dúvida, demonstrando preocupação com detalhes, perfeccionismo extremo que interfere com a conclusão de tarefas por vezes simples, rigidez e aderência excessiva às convenções sociais. Segundo os critérios diagnósticos da CID-10, essa descrição clínica é compatível com:
Um paciente sentiu-se frustrado pelo terapeuta durante um atendimento, vivenciando intenso sentimento de rejeição. O paciente, após aumentar gradualmente a intensidade da voz de forma inadequada, subitamente levantou-se da cadeira chorando e, em um acesso de raiva, passou a chutar a mesa do consultório. Pode-se qualificar essa manifestação comportamental como um exemplo de: