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O debate acerca da relação entre teoria e prática, no âmbito das ciências humanas e sociais, é de longa data e aporta diferentes perspectivas de análise. Apreender cognitivamente a realidade, demonstrando a capacidade interventiva do ser humano é uma discussão presente desde o pensamento iluminista, passando pelo empirista, até o idealista-filosófico. Na esteira crítica dessas teorias e nas análises balizadas por Marx, está a concepção histórico-materialista de reprodução ideal da realidade concreta, entendida como unidade dialética entre teoria e método.
É nessa direção que aparece a práxis, como categoria fundante de seu pensamento e como categorias centrais do método em Marx: a totalidade, a contradição e a
Segundo a reflexão marxiana sobre o trabalho na sociedade moderna, quanto mais o indivíduo se torna capaz de transitar entre diferentes atividades produtivas, menos o trabalho específico passa a definir quem ele é. Assim, o fazer humano deixa de ser visto como expressão fixa de sua identidade pessoal e passa a assumir o caráter de produção social ampla. Nesse contexto, o trabalho deixa de se confundir com a sua
Na sociedade medieval, o sentimento de infância não existia, o que não quer dizer que as crianças não fossem negligenciadas, abandonadas ou desprezadas. O sentimento da infância não significa o mesmo que afeição pelas crianças: corresponde à consciência da particularidade infantil, essa particularidade que distingue essencialmente a criança do adulto, mesmo jovem. Essa consciência não existia. Por essa razão, assim que a criança tinha condições de viver sem a solicitude constante de sua mãe ou de sua ama, ela ingressava na sociedade dos adultos e não se distinguia mais destes. (Ariès, 1981, p. 156). Segundo o autor, com o passar do tempo, surge um sentimento pela infância denominado “paparicação”. Esse sentimento advém do fato da criança ser vista como ingênua, gentil e graciosa. Nesse sentido, a criança passa a ser uma distração para os adultos. Ainda, segundo Ariès (1981), outro sentimento relacionado à infância foi o de compreender a mente da criança, a fim de melhorar os métodos de educação. Esse sentimento surge a partir do século XVII e inspira toda a educação do século XX. Nesse sentido, os adultos não viam mais a criança como um indivíduo divertido e agradável, ou seja, ela não era mais vista como uma distração para adultos e passou a ser vista como um mero objeto a ser  
Em A Identidade Cultural na Pós-Modernidade, Stuart Hall distingue três concepções de identidade que marcam diferentes momentos na forma como o sujeito foi concebido na modernidade: a do sujeito do Iluminismo, a do sujeito sociológico e a do sujeito pós-moderno

HALL, S. A identidade cultural na pós-modernidade. 10. ed. Rio de Janeiro: DP&A, [s.d.], p. 10-12.

Considerando essas três concepções, assinale a alternativa correta.  
Em sua análise sobre o advento da modernidade ocidental, Max Weber identifica o processo de racionalização e desencantamento do mundo que impulsionou a sociedade contemporânea, transformando a realidade em um sistema técnico e, mais do que isso, substituindo o mistério pelo cálculo e submetendo a vida social a uma lógica puramente instrumental. Diante desse cenário, assinale a alternativa correta.