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O café é um produto agrícola muito consumido pelas
famílias, em especial as brasileiras, e atinge
patamares elevados aqui no Brasil, no que se refere
às exportações para outros países. Do ponto de vista
termoquímico, sabe-se que ao se prepará-lo, ocorre
uma transferência de calor diretamente ao pó do café,
o que lhe permite produzir sabor e aroma,
características imprescindíveis desse produto.
Nesse sentido, que tipo de transferência de calor pode-se observar nesse processo?
Nesse sentido, que tipo de transferência de calor pode-se observar nesse processo?
Na reação de formação do ácido clorídrico, que ocorre
segundo a reação química H2(g) + Cl2(g) ? 2HCl(g), são
dadas as energias de ligação, em kcal/mol, do H – H
(104,0); H – Cl (103,0) e Cl – Cl (58,0).
Sabendo-se que esta reação é exotérmica, qual o valor do calor de reação?
Sabendo-se que esta reação é exotérmica, qual o valor do calor de reação?
No livro Tio Tungstênio: memórias de uma infância química,
o autor Oliver Sacks descreve muitas passagens de sua infância que envolviam fenômenos químicos. Em uma dessas
passagens, ele escreve:
Tínhamos na cozinha uma grande bateria antiga, uma pilha hidrelétrica, ligada a uma campainha elétrica. [...] [a bateria] era mais imediatamente interessante, pois continha um tubo de cerâmica com um robusto cilindro de cobre brilhante no meio, imerso em um líquido azulado; tudo isso ficava dentro de um estojo de vidro, também cheio de líquido, que continha uma barra de zinco mais fina.
(Oliver Sacks. Tio Tungstênio: memórias de uma infância química, 2002.)
A figura a seguir representa o esquema da pilha descrita no texto.
Nessa pilha, o tubo de cerâmica poroso atua como
Tínhamos na cozinha uma grande bateria antiga, uma pilha hidrelétrica, ligada a uma campainha elétrica. [...] [a bateria] era mais imediatamente interessante, pois continha um tubo de cerâmica com um robusto cilindro de cobre brilhante no meio, imerso em um líquido azulado; tudo isso ficava dentro de um estojo de vidro, também cheio de líquido, que continha uma barra de zinco mais fina.
(Oliver Sacks. Tio Tungstênio: memórias de uma infância química, 2002.)
A figura a seguir representa o esquema da pilha descrita no texto.
Nessa pilha, o tubo de cerâmica poroso atua como
Na indústria de produção de soda cáustica a partir da eletrólise aquosa do NaC?, o gás hidrogênio (H2) produzido no
processo é utilizado na própria indústria, gerando o calor
que evapora a água na secagem da soda cáustica. Considerando que a combustão de 1 mol de hidrogênio (massa
molar = 2 g/mol) libera 286 kJ de energia e que, para evaporar 1 g de água, são necessários cerca de 2,3 kJ de energia,
ao queimar 200 g de gás hidrogênio, a massa de água, em
quilogramas, que poderá ser evaporada com essa energia é
de, aproximadamente,
Um nêutron térmico é um nêutron de baixa energia, especialmente capaz de fissionar um isótopo de urânio 235. Na fissão
desse isótopo, o nêutron térmico é absorvido pelo núcleo,
transformando o átomo de urânio 235, momentaneamente,
no urânio 236, que, sendo altamente instável, fissiona-se.
Essa fissão resulta comumente em um átomo de criptônio,
um de bário, três novos nêutrons térmicos e muita energia,
além da possibilidade de promover três novas fissões, como
esquematizado na figura.
(www.professordequimica.com.br. Adaptado.)
Considerando a descrição e a esquematização da fissão de um átomo de urânio 235, o número de nêutrons do átomo de criptônio obtido é de
(www.professordequimica.com.br. Adaptado.)
Considerando a descrição e a esquematização da fissão de um átomo de urânio 235, o número de nêutrons do átomo de criptônio obtido é de