Na emergência de um hospital municipal uma mulher de 47 anos de idade queixa-se de medo de morrer, sensação de nó na garganta, dispneia, palpitações e parestesias nas extremidades e boca que se iniciaram há 10 minutos. Nega esforços físicos, transtorno mental prévio, agorafobia, uso de medicações ou drogas. Tem sido submetido a horas extras de trabalho para suprir metas de produção nos últimos seis meses.
No que diz respeito à alternativa que indica o diagnóstico do caso clínico, assinale a CORRETA.