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A dengue é uma doença febril aguda causada por um arbovírus do gênero Flavivirus, transmitida principalmente por mosquitos do gênero Aedes. No Brasil, os principais vetores são Aedes aegypti e Aedes albopictus. A doença pode apresentar diferentes formas clínicas, variando desde quadros leves até formas graves com manifestações hemorrágicas. O conhecimento dessas características é essencial para orientar ações de vigilância e controle. Associe a Coluna I (conceitos) com a Coluna II (definições) e assinale a alternativa CORRETA.

COLUNA I – CONCEITOS

1 - Arbovírus.
2 - Vetor da dengue.
3 - Dengue clássica.
4 - Febre hemorrágica do dengue.
5 - Sorotipo do vírus da dengue.

COLUNA II – DEFINIÇÕES

( ) Forma mais comum da doença, caracterizada por febre, dores musculares e articulares intensas, geralmente com baixa letalidade.
( ) Vírus transmitido por artrópodes, como mosquitos, pertencente ao gênero Flavivirus.
( ) Mosquito responsável pela transmissão da doença, principalmente Aedes aegypti e Aedes albopictus.
( ) Forma grave da doença, com febre alta, manifestações hemorrágicas, hepatomegalia e possível insuficiência circulatória.
( ) Variante do vírus da dengue, existindo quatro tipos principais: DEN-1, DEN-2, DEN-3 e DEN-4.

Assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA:
No final do século XIX e início do século XX, o Brasil enfrentava sérios problemas sanitários, especialmente nos grandes centros urbanos e portos. A precariedade das condições de higiene favorecia a ocorrência de epidemias como febre amarela, varíola, cólera e peste bubônica, que afetavam a população e prejudicavam as relações comerciais internacionais. Nesse contexto, o governo republicano passou a adotar medidas sanitárias mais amplas, influenciadas pelos avanços da bacteriologia e pela medicina higienista, com o objetivo de melhorar as condições de saúde pública e garantir mão de obra para o desenvolvimento econômico. Com base nesse contexto histórico, assinale a alternativa CORRETA.
No âmbito da Vigilância Epidemiológica, a definição de caso é fundamental para padronizar critérios diagnósticos e possibilitar a comparação da ocorrência de doenças em diferentes regiões e períodos históricos. Uma definição adequada deve apresentar sensibilidade suficiente para identificar todas as ocorrências e especificidade adequada para evitar a inclusão de casos falso-positivos no sistema de vigilância. Com base nesse princípio, os casos podem ser classificados em diferentes categorias. Associe os tipos de caso (Coluna I) às respectivas definições (Coluna II) e assinale a alternativa CORRETA.

COLUNA I – CLASSIFICAÇÃO DO CASO

1 - Caso suspeito.
2 - Caso confirmado.
3 - Caso descartado.

COLUNA II – DEFINIÇÕES

( ) Pessoa ou animal em que foi isolado e identificado o agente etiológico ou em que foram obtidas evidências laboratoriais ou epidemiológicas da presença desse agente, obedecendo aos critérios definidos pelo sistema de vigilância.
( ) Indivíduo cuja história clínica, sinais e sintomas, associados ou não a antecedentes epidemiológicos de exposição, indicam a possibilidade de estar desenvolvendo determinada doença, embora ainda não haja comprovação diagnóstica definitiva.
( ) Indivíduo que não atende aos critérios clínicos, laboratoriais ou epidemiológicos estabelecidos para confirmação da doença investigada, ou para o qual se estabelece diagnóstico alternativo que explique o quadro apresentado.

Assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA:
No século XIX, a organização dos serviços de saúde pública no Brasil passou por diversas mudanças administrativas e sanitárias, motivadas principalmente por epidemias e pelo avanço do conhecimento científico. Nesse período, ocorreram medidas importantes como a reorganização dos serviços de inspeção sanitária, a obrigatoriedade da vacinação contra a varíola e a criação de instituições responsáveis pelo controle de doenças. Essas transformações também foram influenciadas pelo desenvolvimento da bacteriologia, que permitiu a identificação de microrganismos causadores de doenças e contribuiu para novas estratégias de controle sanitário. Considerando esse contexto histórico, assinale a alternativa CORRETA.
Na vigilância epidemiológica, a definição de doenças e agravos prioritários para monitoramento e controle baseia-se em critérios que permitem avaliar a importância desses eventos para a saúde pública. Entre esses critérios destacam-se a magnitude, o potencial de disseminação e a transcendência, os quais consideram aspectos epidemiológicos, sociais e econômicos relacionados às doenças. Associe a coluna I (critérios) com a coluna II (definições) e assinale a alternativa CORRETA.

COLUNA I – CRITÉRIOS

1 - Magnitude.
2 - Potencial de disseminação.
3 - Transcendência.

COLUNA II – DEFINIÇÕES

( ) Refere-se à capacidade de propagação da doença, considerando sua transmissibilidade, a possibilidade de disseminação por vetores e outras fontes de infecção, podendo colocar em risco outros indivíduos ou coletividades.
( ) Relaciona-se ao impacto da doença ou agravo na sociedade, considerando aspectos como severidade (letalidade, hospitalizações e sequelas), relevância social e relevância econômica.
( ) Corresponde à dimensão quantitativa do problema de saúde, expressa por indicadores como incidência, prevalência, mortalidade e anos potenciais de vida perdidos.

Assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA: