DPE-MT - 2015
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De acordo com o Pronunciamento Técnico CPC 26 - Apresentação das Demonstrações Contábeis, uma entidade deve divulgar, para cada classe de ações do capital, a quantidade de ações autorizadas, a quantidade de ações subscritas e inteiramente integralizadas e as subscritas não integralizadas.

Além de divulgar nota explicativa, essa divulgação deve ser feita
A Cia. “X”, que é revendedora de material de escritório é controlada pela Cia. “Z”, que presta serviços de consultoria. A Cia. “X” aluga uma sala comercial para a Cia. “Z”, que a utiliza em suas atividades.

Considerando que o valor justo da sala comercial pode ser mensurado de modo confiável, sua evidenciação no balanço patrimonial individual e no consolidado, respectivamente, deve ser feita do seguinte modo:
Para mensurar o valor em uso no teste de impairment, uma entidade deve fazer estimativas de fluxos de caixa futuros.

De acordo com o Pronunciamento Técnico CPC 01 - Redução ao Valor Recuperável de Ativos, as estimativas de fluxos de caixa futuros devem incluir
Em 01/07/2011 uma editora comprou os direitos autorais de um livro por R$ 100.000,00 por cinco anos. Em 31/12/2012 um livro concorrente foi editado e a editora constatou que só poderia obter retorno de R$ 49.000,00 com o livro.

No entanto, o mercado não aceitou bem o livro concorrente, de modo que em 31/12/2013 a editora estimou que poderia obter R$ 45.000,00 com o livro no restante dos anos de contrato.

Em 01/01/2014, o valor contábil dos direitos autorais no ativo intangível da empresa era de:
Em 30/06/2011, uma entidade adquiriu um carro para utilizar em seus negócios por R$ 50.000,00. No momento da compra, o carro tinha vida econômica de oito anos, no entanto, a entidade pretendia utilizá-lo por seis anos e depois vendê-lo por R$ 8.000,00.

Em 31/12/2014, a administração da entidade observou fatores externos negativos e realizou o teste de recuperabilidade do carro. Nesta avaliação, ela determinou que o valor de uso do carro era de R$ 20.000,00 e o valor de venda de R$ 27.000,00, sendo que, para vender, a entidade precisaria pintar o carro, o que lhe custaria R$ 2.000,00.

O valor contábil do carro, em 01/01/2015, era de