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Considerando-se o papel determinante na construção do sentido entre as diferentes partes de uma produção textual, os elementos coesivos podem se fazer explícitos ou implícitos em alguns momentos. Assim, avaliando-se a construção semântica acima, pode-se afirmar que uma conjunção, a qual poderia ter sido usada a fim de manter o sentido do fragmento, está presente em uma proposta de reescrita em:
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Analise as afirmações abaixo sobre o texto I antes de julgar o que se pede:

( ) “Culpar as armas”, no atentado de Minneapolis, é um ato de abrandar o problema de forma desproporcional em relação a outras demonstrações de crime de ódio, o que, na visão da autora, não colabora com a situação injusta e desfavorável na qual se encontram as vítimas cristãs.
( ) A menção feita ao Papa Leão XIV, a grupos progressistas e à Ajuda à Igreja em Necessidade (ACN) representa, no contexto, a menção a autoridades e a órgãos internacionais que destoam da crítica feita quanto ao “Silêncio maligno” creditado a boa parte da comunidade global.
( ) A fim de embasar seu ponto de vista, a autora apresenta fatos específicos e gerais em torno da intolerância religiosa sofrida por fiéis católicos em vários continentes do mundo, bem como prescinde de estatísticas que constatem as hostilidades sofridas por cristãos.
( ) O “Silêncio maligno” exposto no texto tem razões múltiplas, pois obedece a uma conveniência diplomática em relação a certos países, a uma indiferença por parte da mídia, ou a uma consideração tácita e equivocada quanto ao cristianismo a qual “justificaria” as animosidades ocorridas em certos lugares.

Considerando-se V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas, tem-se pela ordem a seguinte sequência:
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A partir da leitura do texto I, pode-se dizer que, para a autora, o “Silêncio maligno” se refere ao/à:
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É correto afirmar que o texto:
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O escritor argentino Jorge Luís Borges, que não era muito simpático à etimologia...” (1º par.). Nota-se, no fragmento acima, uma expressão que se valeu do uso da Crase. Assinale a alternativa cujo uso se deu pelo mesmo motivo do que ocorreu na passagem em evidência.
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