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Uma paciente de 40 anos, previamente saudável, apresentou quadro súbito de desorganização comportamental, discurso incoerente e produção delirante polimórfica (ideias persecutórias, místicas e de referência), associado a alucinações transitórias e labilidade afetiva. A paciente nega uso prévio de substâncias psicoativas. O episódio evoluiu em menos de 48 horas, com a remissão completa em três semanas após tratamento com antipsicótico atípico em baixa dose.
Na nosologia moderna este quadro seria classificado como um transtorno psicótico breve (DSM-5) ou transtorno psicótico agudo e transitório (CID-10/11).
Na tradição da nosologia clássica da escola francesa, como era denominado o transtorno descrito no caso clínico? 
O abuso de hipnóticos não benzodiazepínicos, como zopiclona, pode levar a efeitos adversos característicos.
Qual deles é considerado o principal efeito colateral associado ao uso abusivo dessas substâncias?
No tratamento do transtorno por uso de álcool, diferentes fármacos atuam por mecanismos distintos.
Assinale a alternativa que descreve corretamente o mecanismo de ação do naltrexone.
No âmbito dos transtornos relacionados ao uso de substâncias psicoativas, torna-se essencial a compreensão acurada das principais categorias farmacológicas envolvidas, bem como dos efeitos neurocomportamentais predominantes associados a cada grupo de substâncias psicoativas.
Assinale a alternativa correta quanto à classificação das drogas em depressoras, estimulantes e psicodélicas.
Mulher de 36 anos é levada à unidade de saúde pelo marido porque, nos últimos oito meses, ela se recusa a sair de casa, acreditando que os vizinhos estão tentando prejudicá-la. Ela tem medo de que, se a virem, eles a machuquem, apesar de não existir base racional para corroborar essa ideia. Essas evidências, apontadas por ela, incluem: os vizinhos deixarem suas latas de lixo na rua para tentar fazê-la tropeçar; estacionarem seus carros nas garagens para se esconderem atrás deles e espioná-la; e passarem pela frente de sua casa para tentar ver onde ela está se escondendo. Ela afirma que seu humor está bom e que estaria melhor “se eles a deixassem em paz”. A paciente nega ouvir os vizinhos ou qualquer outra pessoa falando com ela, mas tem certeza de que eles estão tentando causar “caos na sua vida” e até mesmo “matá-la”.
Com as informações fornecidas, a hipótese diagnóstica mais provável é