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A teoria do jornalismo pela qual o público tende a considerar os assuntos veiculados na mídia como os mais importantes para sua realidade, sendo objeto de suas conversas do dia a dia, é denominada teoria

Considere:


I. A internet é uma rede formada por cabos e dispositivos de radiofrequência que interligam servidores, clientes e redes de computadores de todo o mundo numa única malha.

II. A world wide web é uma teia de documentos em formatos hipermídia (sites, portais etc.) que podem ser acessados por estarem hospedados em servidores conectados à internet.

III. A internet, ou também world wide web, é uma rede mundial de computadores que liga dispositivos fixos ou móveis para tráfego de informações de diversos tipos.

IV. Na internet é possível rodar tanto conteúdos específicos da world wide web quanto de outras plataformas, como protocolos para trocas de arquivos ou envio de mensagens simples de texto.


Está correto o que se afirma APENAS em

A democratização da comunicação trata da expansão, pluralização e popularização do acesso aos meios de difusão informativa e cultural, bem como das bases controladoras dos veículos através do controle público, normalmente vinculado a instituições de Estado em cada nação. Este conceito é crítico e contraposto ao apresentado pelo governo dos Estados Unidos na Conferência de Genebra da ONU em 1948, resgatado na década de 1990 pelo então vice-presidente daquele país, Al Gore, segundo o qual o trânsito de produções informativas e culturais deve circular sem barreiras nacionais, sendo regulado pelos mercados e corporações mais eficientes do ponto de vista da gestão e da lucratividade. Este conceito contraposto à ideia de comunicação democratizada é chamado de
A estruturação racional de valores, objetivos, normas e diretrizes para implementar, coordenar e promover a atuação de um departamento de comunicação por prazo indeterminado e afinada com os objetivos de uma organização, seja ela pública ou privada, denomina-se

A interpretação da sociedade contemporânea como um espaço mundial, com trocas desiguais de toda ordem, inclusive de informações, permitiu pensadores como Herbert Schiller a criar o conceito de imperialismo cultural, descrito como o conjunto de processos pelos quais uma sociedade [nacional] é introduzida no sistema moderno mundial, e a maneira pela qual sua camada dirigente é levada, por fascínio, pressão, força ou corrupção, a moldar as instituições sociais para que correspondam aos valores e estruturas do centro dominante do sistema ou ainda para lhe servir de promotor dos mesmos (apud MATTLEARD, Armand e Michéle: História das Teorias da Comunicação. São Paulo: Loyola,1999, p.117)


Esta forma de abordagem para interpretar o fluxo cultural entre nações se fundamenta no arcabouço teórico-metodológico da