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“Em tabagistas que fumam grande quantidade de cigarros, o epitélio pseudoestratificado ciliado que reveste os brônquios pode transformar-se em epitélio estratificado pavimentoso; Em indivíduos com deficiência crônica de vitamina A, os tecidos epiteliais existentes nos brônquios e bexiga urinária são substituídos gradualmente por epitélio estratificado pavimentoso.” (JUNQUEIRA, L. C., CARNEIRO, J. Histologia Básica – Texto e Atlas. 12ª ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, p.81, 2013.)


Esses exemplos demonstram que em determinadas condições atípicas, um tipo de tecido epitelial pode transformar-se em outro. Esse processo, quando reversível, é chamado de

“A lei de Hardy-Weinberg, como é hoje conhecida, afirma que numa população grande, na qual ocorre reprodução ao acaso, e na ausência de forças que mudem as proporções dos alelos, a proporção original de alelos dominantes para recessivo deverá ser mantida de geração para geração.” (RAVEN, H. P.; EVERT, R. F.; EICHHORN, S. E. Biologia Vegetal. 5ª ed. Rio de Janeiro, Ed. Guanabara Koogan, p.140, 1996.)


Em uma população em equilíbrio de Hardy-Weinberg, composta por 25.000 indivíduos, constatou-se que a frequência de homozigotos recessivos é de 0,64. Admitindo que se trata de lócus bialélico, espera-se que o número esperado de indivíduos heterozigotos do sexo masculino nessa população seja, aproximadamente,

“A encefalite do Oeste do Nilo (WNE, de West Nile encephalitis) é uma inflamação do cérebro causada pelo vírus do Oeste do Nilo. Essa doença foi primeiramente diagnosticada em Uganda, a oeste do Nilo, em 1937. Em 1999, o vírus apareceu pela primeira vez na América do Norte, infectando humanos na cidade de Nova Iorque. Em 2007, ele infectou cerca de 3.600 pessoas em 43 estados americanos.” (TORTORA, G.J.; FUNKE, B.R.; CASE, CL. Microbiologia. 10ª ed., Porto Alegre: Artmed, p.20, 2012.)


Sobre a encefalite do Oeste do Nilo, assinale a alternativa correta:

“Uma planta com um par de alelos idênticos é chamada de homozigota, uma planta na qual os alelos do par diferem é chamada de heterozigota. Às vezes, um heterozigoto para um gene é chamado de monoíbrido. Um indivíduo pode ser classificado como homozigoto dominante (tal como Y/Y), heterozigoto (Y/y) ou homozigoto recessivo (y/y). Geralmente em genética, as combinações alélicas subjacentes aos fenótipos são chamadas de genótipos. Logo, Y/Y, Y/y e y/y são todos genótipos.” (GRIFFITHS, A. J. F., WESSLER, S. R.; LEWONTIN, R. C.; CARROLL S. B. Introdução à Genética. 9ª ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, p.34, 2008.)


De acordo com as terminologias da genética citadas acima, analise a seguinte proposição: um homem heterozigoto, portador de doença genética de herança autossômica dominante, casa-se com uma mulher normal. Ela está grávida de um par de gêmeos. Qual é a probabilidade de que pelo menos um dos gêmeos venha a ser afetado pela doença no caso de serem, respectivamente, gêmeos dizigóticos ou monozigóticos?

“A xenogamia (em plantas a xenogamia é possível pela polinização cruzada entre indivíduos da mesma espécie) tem importância crucial para todos os eucariontes. Não é de surpreender, portanto, que as angiospermas tenham desenvolvido os mais variados mecanismos para promover a transferência de pólen de uma planta para outra. As flores da maioria das angiospermas possuem estames e carpelos, mas se um destes verticílios está ausente na flor, a espécie é monoica ou dioica. Em plantas dioicas como o chorão, o pólen deve passar de um indivíduo a outro para garantir a fecundação. Em plantas monoicas, como carvalhos e bétulas, as flores carpeladas e estaminadas são distintas, mas ocorrem juntas no mesmo indivíduo. Desde que as flores estaminadas e carpeladas de um mesmo indivíduo não amadureçam ao mesmo tempo, sua separação pode levar à xenogamia.” (RAVEN, H. P.; EVERT, R. F.; EICHHORN, S. E. Biologia Vegetal. 5ª ed. Rio de Janeiro, Ed. Guanabara Koogan, p.367, 1996.)


Uma maneira pela qual as angiospermas promovem a xenogamia é a dicogamia, uma condição na qual os estames e carpelos atingem a maturidade em tempos diferentes, embora ocorram juntos na mesma flor. Existem dois tipos de dicogamia: protandria e protoginia. Entende-se por protandria: