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Segundo James Lovelock “Trinta anos atrás, fui insensato e plantei 20 mil árvores, na esperança de restituir à natureza a propriedade rural que tinha comprado. Percebo agora que foi um erro: deveria ter deixado a terra intocada e permitido que emergisse um ecosistema, uma floresta natural, repleta de biodiversidade e abundante, no próprio ritmo de Gaia.
Em vez de uma mera plantação, uma floresta assim poderia evoluir, ou morrer se preciso, à medida que o clima mudasse.”
(Revista Visão socioambiental, Ano 4, nº 23, Abril/Maio 2010, pg.07)

A análise feita pelo considerado propagador do ambientalismo moderno, nos remete sobre a sucessão ecológica e pode-se afirmar que:

Fotossíntese Artificial – Pesquisadores do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT) desenvolveram uma célula solar, do tamanho de um baralho de cartas, que imita a fotossíntese: o processo de produção de energía das plantas a partir de luz, água e sais minerais. Os cientistas acreditam que a folha artificial é uma fonte de energia elétrica promissora e de baixo custo. (Revista Planeta, jun/2011, Ano 39, Edição 465, pg.18)

“Plantar uma árvore não produz ecossistema da mesma forma que colocar um fígado numa jarra com sangue e nutrientes não produz um homem”, diz Lovelock.

A partir dos textos acima, pode-se afirmar que plantar árvore é uma das maneiras de reduzir o estoque de carbono acumulado na atmosfera, pois os seres autotróficos assumem a função redentora como sumidouro de carbono. Portanto, no processo fotossintético, o produto oxigênio é oriundo de:

A letra da música “Planeta Água”, de Guilherme Arantes, nos remete do ciclo da água na natureza conforme abaixo:

Água que nasce na fonte
Serena do mundo
E que abre um
Profundo grotão
Água que faz inocente
Riacho e deságua
Na corrente do ribeirão...
Águas escuras dos rios
Que levam a fertilidade ao sertão
Águas que banham aldeias
E matam a sede da população...
Águas que caem das pedras
No véu das cascatas
Ronco de trovão
E depois dormem tranqüilas
No leito dos lagos...
No leito dos lagos...
Água dos igarapés
Onde Iara, a mãe d'água
É misteriosa canção
Água que o sol evapora
Pro céu vai embora
Virar nuvens de algodão...
Gotas de água da chuva
Alegre arco-íris
Sobre a plantação
Gotas de água da chuva
Tão tristes, são lágrimas
Na inundação...
Águas que movem moinhos
São as mesmas águas
Que encharcam o chão
E sempre voltam humildes
Pro fundo da terra...
Pro fundo da terra...
Terra! Planeta Água...
Terra! Planeta Água...
Terra! Planeta Água...
Água que nasce na fonte
Serena do mundo
E que abre um
Profundo grotão
Água que faz inocente
Riacho e deságua
Na corrente do ribeirão...
Águas escuras dos rios
Que levam a fertilidade ao sertão
Águas que banham aldeias
E matam a sede da população...
Águas que movem moinhos
São as mesmas águas
Que encharcam o chão
E sempre voltam humildes
Pro fundo da terra...
Pro fundo da terra...
Terra! Planeta Água...
Terra! Planeta Água...
Terra! Planeta Água...(2x)

A respeito do ciclo da água na natureza com os versos acima, podemos afirmar que

O transporte de lipídeos do tubo digestivo até as células hepáticas é realizado na forma de
Para aumentar a produção agrícola em uma região marcada por forte sazonalidade climática, com períodos de seca prolongados, foram construídas barragens para melhorar a irrigação. A produção de alimentos aumentou, de fato. Porém, dadas as condições ruins de saneamento básico, também houve aumento de uma parasitose comum em países subdesenvolvidos. Qual foi a parasitose que aumentou como consequência dessa alteração feita pelo homem?