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Durante muito tempo, a expansão romana na bacia do mar Mediterrâneo foi vista como benevolente pela historiografia tradicional porque Roma representava O Ocidente (civilização) perante o Oriente (barbárie). Nas últimas décadas uma nova historiografia tem criticado antigas versões. Nesse sentido, assinale a opção correta sobre o conflito entre Roma e Cartago pelo controle do Mediterrâneo Ocidental. 
O países membros da Organização do Tratado do Atlâncito Norte (OTAN) são um dos principais fornecedores de material bélico e tecnologia militar e naval para as Forças Armadas brasileiras. A parceria estratégica entre o Brasil e as nações da OTAN vem sendo balizada tanto pelo Ministério da Defesa como pelo Ministério das Relações Exteriores nas últimas décadas, ou seja, a parceria tem uma longa história. Nesse sentido, acerca do processo de criação da OTAN, assinale a opção correta. 
De acordo com o brasilianista Thomas Skidmore ne livro "Brasil: de Castelo a Tancredo’, a redemocratização do Brasil foi um processo político extremamente laborioso e muito tenso devido à morte do presidente eleito Tancredo Neves e ao verdadeiro desarranjo da situação macroeconômica da república brasileira. Sobre o processo de transição do governo João Figueiredo para o de José Sarney, inaugurando a Nova República, assinale a opção correta.  
As transformações no campo da ciência história, no que diz respeito aos seus objetos de análise, ganhou notoriedade o estudo sobre o cotidiano que, para Mary Del Priore, corresponde “à vida privada e familiar, as atividades ligadas à manutenção aos laços sociais, ao trabalho doméstico e as práticas de consumo.”
(DEL PRIORE, Mary. História do Cotidiano e da Vida Privada. In CARDOSO, Ciro F; VAINFAS, Ronaldo (orgs.). Dominios da História: Ensaios de Teoria e Metodologia. 5º ed. Rio de Janeiro: Campus, 1997. p. 259- 274)

Com base nessa autora, assinale a opção que exemplifica corretamente a afirmação apresentada acima.  
Terminada a revolta que sublevou as Províncias do Rio Grande e de Santa Catarina, o Império Brasileiro pôde retomar a vigilância na fronteira sul e ater-se ao conflito que crescia na área do Rio da Prata. Em 1851, o Governo brasileiro procedeu uma aliança com o governo uruguaio e com um oposicionista de Rosas, o governador da Província argentina de Entre Rios, Justo José de Urquiza, para defender o Uruguai do atague das forças de Rosas e Oribe. Assim sendo, na Guerra contra Oribe e Rosas, o comando da Força Naval do Império do Brasil foi entregue ao: