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Em Raízes do Brasil (1936), Sérgio Buarque de Holanda analisa os fundamentos da colonização e a mentalidade do brasileiro. A ética da aventura e a cultura da personalidade têm duas implicações para a história social do país:
Sobre os condicionantes gerais explicativos para o advento da I Guerra Mundial, marque a opção condizente com as teses centrais desenvolvidas por Giovanni Arrighi, no livro O Longo Século XX. (1995).
“[...] nenhuma economia industrial pode-se desenvolver além de um certo ponto se não possui uma adequada capacidade de bens de capital. [...] Mas é também evidente que, num sistema de empresa privada, o investimento de capital extremamente dispendioso que se faz necessário para a maior parte deste desenvolvimento não é assumido provavelmente pelas mesmas razões que a industrialização do algodão ou outros bens de consumo”. (HOBSBAWM, Eric. A Era das Revoluções (1789- 1848). 7. ed. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1989. p. 59).
Historicamente, para Hobsbawm, as dificuldades para a implantação de uma indústria de bens de capital, no caso da Inglaterra, foram superadas à medida que:
Havia cerca de 3 milhões de índios na época do descobrimento do Brasil, em 1500. Com a colonização, eles viveram um processo de extermínio, escravização e perda de terras e direitos. Na década de 1950, eram apenas 70 mil. Mas, nas últimas décadas, a população indígena voltou a crescer. Segundo o Censo de 2010, 897 mil índios vivem no país, a maior parte deles na Região

Leia com atenção:

I - É tradicionalmente considerada como um movimento nativista pela historiografia em História do Brasil;

II - Foi uma rebelião de comerciantes nordestinos contra a Companhia de Comércio do Estado do Maranhão, criada pela Coroa Portuguesa para estimular o desenvolvimento econômico da região;

III - Foi liderada pelos irmãos Tomás e Manuel, dois senhores de engenho da região.

Os itens acima fazem referência a: