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O que ficou de mais importante durante a experiência é ter aprendido que a escrita é um processo. É preciso preparar-se para ela e ter a consciência de que ela não termina na primeira tentativa. É muito difícil convencer o estudante (adolescente) da importância dessas etapas, principalmente na sociedade imediatista em que vivemos. No entanto, com paciência e planejamento didático, é possível fazer com que o próprio aluno vá percebendo sua evolução na escrita. Também aprendi que nunca haverá as condições ideais de produção, mas é preciso resistir e persistir até alcançar o objetivo, respeitando o tempo e as características pessoais de cada aprendiz.
MELO, S. H. D. A reescrita como prática de uma avaliação formativa. Encontros de Vista, v. 22, n. 2, p. 68-80, jul./dez. 2018 (adaptado).

O relato acima é de um estudante do curso de licenciatura em Letras, participante do Programa Institucional de Bolsas de Iniciação à Docência (Pibid), que realizou, em uma escola pública, atividades de imersão, como ambientação, observação e regência de aulas.

A partir do relato desse futuro professor acerca do ensino e da avalição da produção escrita, pode-se afirmar que
Para su clase sobre pronunciación en español, un profesor solicitó que los alumnos brasileños, en parejas, analizacen sonidos semejantes en portugués y en español, dando énfasis a las diferencias fónicas, para que pudieran comprender que en español la consonante oclusiva /b/ tiene una forma alofónica que no existe en portugués, es decir, la aproximante [?]. Luego, trabajó con una actividad de evaluación de audios en los que los estudiantes brasileños tuvieron que manifestarse acerca de esa forma inexistente en su lengua materna. El plan de clase tenía como objetivo desarollar la autonomía de los alumnos en su percepción acerca de los sonidos de la lengua, basándose en la propuesta para la enseñanza comunicativa de la pronunciación de Celce-Murcia et al., en su obra Teaching pronunciation: a course book and reference guide, 2010.

Teniendo en cuenta los pasos pedagógicos de enseñanza comunicativa de la pronunciación, la actividad propuesta por el profesor corresponde al paso de la
Durante uma atividade envolvendo literatura brasileira, a professora propôs aos alunos a leitura de uma adaptação aos quadrinhos do conto Apólogo brasileiro sem véu de alegoria, de Alcântara Machado, cujo fragmento está a seguir.


Organizador: Djalma Moraes Cavalcante. Adaptadora: Célia Cristina Alves Lima. Ilustrador: José Rodrigues da Silva. Contos em quadros. Juiz de Fora: Editora UFJF; Musa Editora, 2002. p. 64.

Na sequência, abriu um diálogo sobre a história lida e passou-lhes o texto original do conto, solicitando que identificassem situações narradas no texto escrito que, eventualmente, não estariam presentes nos quadrinhos. Além disso, pediu que, depois, os discentes discutissem os efeitos dessa adaptação na apreensão do enredo.

Nessa situação, a importância da atividade está em
Nas escolas de Ensino Médio, os estudantes têm o costume de usar aplicativos para fazer o cotejo entre palavras ou frases do Espanhol para o Português. Por isso, em um exercício sobre provérbios populares, uma aluna buscou o significado do ditado “Cada maestrillo tiene su librillo”. O aplicativo de tradução automática apresentou a frase “Há um livro para todos”. A professora, atenta ao exercício dos alunos, iniciou um debate sobre a tradução de frases populares, as expressões idiomáticas e o uso de tecnologias digitais no ensino.

Com base no contexto apresentado, para a condução dessa problemática da forma mais adequada, a professora deverá
Con la intención de bajar el filtro afectivo de sus alumnos, la profesora de español de una escuela de Enseñanza Media eligió la canción Miedo, de Lenine y Julieta Venegas, para una actividad en el aula. Presentó las biografías de los artistas. Luego, en un círculo de conversación, asumiendo una postura de escucha activa, ubicándose en un lugar acogedor, brindando seguridad y confianza a sus alumnos, les preguntó a qué tenían miedo. Luego presentó la letra de la canción a los estudiantes, proyectó el video de la canción, escribió en la pizarra la siguiente frase “Tengo miedo…” y pidió a los estudiantes que escribieran lo discutido al inicio de la clase: ¿A qué tienes miedo?

Basándose en el caso presentado, se concluye que la actividad favorece