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O quadro a seguir traz uma comparação entre inteligência e cognição, com base na compreensão da mediatização como estratégia de potencialização da aprendizagem.
Comparação entre inteligência e cognição Imagem associada para resolução da questão
* EAM: Experiência de Aprendizagem Mediada
FONSECA, V. Cognição, neuropsicologia e aprendizagem: abordagem neuropsicológica e psicopedagógica. Petrópolis: Vozes, 2008.
Com base nas informações apresentadas, é INCORRETO afirmar que
Para Ropoli e colaboradores (2010), o AEE tem como função complementar ou suplementar a formação do aluno por meio da disponibilização de serviços, recursos de acessibilidade e estratégias que eliminem as barreiras para sua plena participação na sociedade e desenvolvimento de sua aprendizagem.
São atribuições do professor do Atendimento Educacional Especializado
Budel e Meier (2012) descrevem o caso de um menino que, logo após o nascimento, tinha múltiplas crises epiléticas, que afetaram o hemisfério cerebral esquerdo. Não falava aos 8 anos de idade. Foi submetido à retirada total do hemisfério esquerdo e, após mediação intensa por vários anos, desenvolveu as funções que seriam específicas do hemisfério cerebral falante.
O que justifica o desenvolvimento das funções do hemisfério cerebral citado é a
As orientações apresentadas a seguir são direcionadas aos sistemas de ensino para que estes promovam respostas às necessidades do público da Educação Especial:
atendimento educacional especializado; transversalidade desde a educação infantil até a educação superior; continuidade da escolarização nos níveis mais elevados do ensino; formação de professores para o atendimento educacional especializado e demais profissionais da educação para a inclusão escolar; participação da família e da comunidade; acessibilidade urbanística, arquitetônica, nos mobiliários e equipamentos, nos transportes, na comunicação e informação; articulação intersetorial na implementação das políticas públicas.


Tais orientações são garantidas pela

Falik e Feuerstein (2010 apud BUDEL e MEIER, 2012) enfatizam que não há culturas inferiores ou superiores, mas crianças que se beneficiam de formas diferentes da sua própria inserção na cultura. Essa inserção é promovida pela mediação. A mediação é, para os autores, uma das melhores metodologias para o desenvolvimento da inteligência.
De acordo com essa abordagem, o professor, após identificar as necessidades específicas dos estudantes, precisa