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Leia o caso clínico a seguir.

Paciente de 33 anos, sem história de diabetes, admitido no hospital para avaliar quadro sugestivo de hipoglicemia.

Nesse caso, qual é a avaliação mais apropriada da hipoglicemia em paciente adulto, sem diabetes?
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Mulher de 29 anos consultou neurologista em razão de cefaleia de moderada intensidade, de início há vários anos, porém com piora nos últimos seis meses. Presença de ciclos menstruais regulares, sem galactorreia, sem outras queixas. Na avaliação diagnóstica, solicitado tomografia computadoriza de crânio, que surpreendentemente evidenciou microadenoma de 8 mm na região da sela túrcica.

Qual conduta seria mais apropriada para essa paciente?
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Paciente de 59 anos, pós-menopausa, procurou serviço de endocrinologia para avaliação de osteoporose. Negava fratura vertebral e/ou colo de fêmur, porém com antecedente familiar de fratura de fêmur (mãe). Após avaliação dos fatores de risco e da densitometria óssea, paciente classificada como alto risco para fratura osteoporótica.

De acordo com o Guideline de osteoporose da Endocrine Society, qual deve ser a conduta mais correta? 
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Paciente de 27 anos, admitida no serviço de emergência devido a quadro de palpitações e tremores de extremidades, de início há três meses, porém com exacerbação nos últimos dias, associado a episódios de febre não medida. Ao exame físico, paciente agitada, com períodos de confusão mental, aumento de temperatura corporal (38,2 ºC) e tremores finos de extremidades. FC: 160 BPM (ECG: ritmo sinusal), PA: 155/60 mm Hg. Presença de bócio difuso, consistência fibroelástica. Olhos com exoftalmia bilateral, predomínio à esquerda. Feito diagnóstico de tempestade tireotóxica.

Diante desse diagnóstico, qual deve ser a conduta? 
Qual é a arritmia cardíaca sustentada mais comum?