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Paciente H.J.K., 68 anos, encontra-se internado na unidade de terapia intensiva em ventilação mecânica invasiva devido a pneumonia grave. Está em uso de sedação contínua com midazolam há 72 horas. Durante a avaliação farmacêutica, observam-se hipertensão arterial, taquicardia, assincronia com o ventilador e aumento do escore comportamental de dor, apesar de sedação em nível adequado, e ausência de sinais de delirium no momento da avaliação. Diante desse quadro, o farmacêutico clínico identifica um problema relacionado à farmacoterapia e discute a melhor estratégia de otimização terapêutica com a equipe multiprofissional.

Assinale a alternativa que apresenta a intervenção farmacêutica mais adequada.
Paciente M.E.P., 42 anos, encontra-se internada na unidade de terapia intensiva após substituição da valva aórtica por prótese mecânica devido à estenose aórtica grave. Evolui com boa recuperação pós-operatória, encontrando-se hemodinamicamente estável e sem complicações. Qual é a terapia farmacológica de primeira escolha para prevenção de eventos tromboembólicos em longo prazo nessa paciente? 
Durante a reconciliação medicamentosa de um paciente internado em uma unidade de terapia intensiva, o farmacêutico identifica que ele recebeu recentemente o diagnóstico de doença de Alzheimer em fase leve e ainda não iniciou tratamento farmacológico específico. Após estabilização clínica, a equipe multiprofissional discute a instituição da terapia farmacológica para a doença de Alzheimer.

Considerando as recomendações atuais, assinale a alternativa que apresenta a terapia farmacológica de primeira linha para esse paciente.
Paciente T.J.L., 65 anos, com histórico de hipertensão arterial, diabetes mellitus tipo 2 e dislipidemia, foi admitido na unidade de terapia intensiva devido à uma pneumonia grave. Após estabilização clínica, durante a reconciliação medicamentosa para alta hospitalar, observou-se que o paciente utiliza rosuvastatina 20 mg uma vez ao dia. Apesar de relatar adesão ao tratamento, apresenta LDL-colesterol de 130 mg/dL, valor acima da meta terapêutica para seu risco cardiovascular. O paciente refere mialgia bilateral leve e persistente associada ao uso da estatina, sem elevação dos níveis de creatina quinase.

Considerando as informações apresentadas, assinale a alternativa que apresenta a intervenção farmacoterapêutica correta para otimização do tratamento da dislipidemia.
Após alta hospitalar por descompensação do diabetes mellitus tipo 2, um paciente comparece à consulta farmacêutica portando o diário glicêmico apresentado a seguir. O tratamento atual consiste em insulina NPH 18 UI antes do café da manhã e 10 UI ao deitar, associada a insulina regular 4 UI antes do café da manhã e 4 UI antes do almoço. O paciente nega episódios de hipoglicemia desde a alta hospitalar.

Imagem associada para resolução da questão

Com base no diário glicêmico, assinale a alternativa que apresenta a intervenção a ser sugerida pelo farmacêutico ao médico para otimização da insulinoterapia.