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Leia o caso a seguir.
Um paciente de 68 anos, internado por pneumonia adquirida na comunidade, apresenta histórico de insuficiência renal crônica estágio 3, diabetes mellitus tipo 2 e fibrilação atrial em uso regular de varfarina. Durante a internação, é prescrita terapia antimicrobiana com levofloxacino intravenoso, na dose padrão. Após 72 horas, o paciente apresenta elevação progressiva do INR, sem alterações relevantes na dieta ou na dose do anticoagulante.
Nesse caso, o farmacêutico deve
Um paciente de 68 anos, internado por pneumonia adquirida na comunidade, apresenta histórico de insuficiência renal crônica estágio 3, diabetes mellitus tipo 2 e fibrilação atrial em uso regular de varfarina. Durante a internação, é prescrita terapia antimicrobiana com levofloxacino intravenoso, na dose padrão. Após 72 horas, o paciente apresenta elevação progressiva do INR, sem alterações relevantes na dieta ou na dose do anticoagulante.
Nesse caso, o farmacêutico deve
Leia o caso a seguir.
O farmacêutico clínico de um hospital realiza busca ativa de eventos adversos relacionados a medicamentos por meio da metodologia de triggers. Durante a revisão de prontuários, identifica a prescrição de naloxona em um paciente internado na UTI. No prontuário, constam registros de depressão respiratória nas últimas horas, necessidade de ventilação não invasiva e ajuste recente da dose da morfina. Não há evidências de hipoxemia prévia, doença pulmonar descompensada ou uso concomitante recente de outros depressores do sistema nervoso central.
Considerando a metodologia dos triggers (rastreadores) e a análise de possíveis variáveis de confundimento, a interpretação do farmacêutico baseia-se
O farmacêutico clínico de um hospital realiza busca ativa de eventos adversos relacionados a medicamentos por meio da metodologia de triggers. Durante a revisão de prontuários, identifica a prescrição de naloxona em um paciente internado na UTI. No prontuário, constam registros de depressão respiratória nas últimas horas, necessidade de ventilação não invasiva e ajuste recente da dose da morfina. Não há evidências de hipoxemia prévia, doença pulmonar descompensada ou uso concomitante recente de outros depressores do sistema nervoso central.
Considerando a metodologia dos triggers (rastreadores) e a análise de possíveis variáveis de confundimento, a interpretação do farmacêutico baseia-se
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Uma paciente com diagnóstico recente de câncer metastático procura um hospital habilitado no SUS após ter recebido, no setor privado, a recomendação de uso de um medicamento oncológico recém-aprovado pela Anvisa, ainda não incorporado ao SUS. Durante o atendimento, surgem dúvidas quanto às diferenças nos critérios de acesso entre os dois sistemas.
Considerando a organização da atenção oncológica no Brasil, a situação descrita relaciona-se diretamente ao fato de que
Uma paciente com diagnóstico recente de câncer metastático procura um hospital habilitado no SUS após ter recebido, no setor privado, a recomendação de uso de um medicamento oncológico recém-aprovado pela Anvisa, ainda não incorporado ao SUS. Durante o atendimento, surgem dúvidas quanto às diferenças nos critérios de acesso entre os dois sistemas.
Considerando a organização da atenção oncológica no Brasil, a situação descrita relaciona-se diretamente ao fato de que
Leia o caso a seguir.
Em um hospital de alta complexidade, a farmácia hospitalar enfrenta atraso na liberação de quimioterápicos antineoplásicos. Diante da pressão assistencial, a coordenação de enfermagem propõe que enfermeiros realizem a reconstituição e diluição desses medicamentos na unidade de internação, argumentando que a equipe já manipula outras medicações intravenosas e possui treinamento técnico.
À luz da legislação profissional e das normas sanitárias aplicáveis, a análise dessa situação fundamenta-se no entendimento de que a manipulação de quimioterápicos antineoplásicos
Em um hospital de alta complexidade, a farmácia hospitalar enfrenta atraso na liberação de quimioterápicos antineoplásicos. Diante da pressão assistencial, a coordenação de enfermagem propõe que enfermeiros realizem a reconstituição e diluição desses medicamentos na unidade de internação, argumentando que a equipe já manipula outras medicações intravenosas e possui treinamento técnico.
À luz da legislação profissional e das normas sanitárias aplicáveis, a análise dessa situação fundamenta-se no entendimento de que a manipulação de quimioterápicos antineoplásicos
Na prática oncológica, a pré-quimioterapia envolve o uso de fármacos administrados antes dos antineoplásicos com o objetivo de prevenir efeitos adversos previsíveis e melhorar a tolerabilidade ao tratamento. Considerando os agentes farmacológicos tipicamente empregados nessa fase, o conjunto que representa corretamente essa estratégia terapêutica é