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Desde o início da pandemia, muitas empresas têm se dedicado a desenvolver novos métodos de detectar a COVID-19, como um meio alternativo aos testes tradicionais feitos com o famoso cotonete no nariz. Já no último dia 8, um dispositivo da NASA criado inicialmente para ajudar a monitorar a qualidade do ar dentro das espaçonaves, chamado E-Nose, passou por algumas mudanças: o foco passou a ser a detecção do coronavírus.
O dispositivo funciona da seguinte maneira: medindo compostos orgânicos voláteis (gases produzidos quando há a infecção por um vírus, como o SARS-CoV-2, durante a respiração da pessoa infectada). A ideia, agora, é que o E-Nose passe por um teste de campo para a COVID-19, antes que comecem os testes clínicos. Caso os resultados sejam satisfatórios, a NASA pretende que seu dispositivo seja usado em supermercados, fábricas, aeroportos e diversos tipos de empresa, rastreando as infecções rapidamente.

https://canaltech.com.br/saude/medtech-as-5-inovacoes-cientificas-maisinteressantes-do-mes-0421-183634/

O E-Nose passou por algumas mudanças, sendo que agora o foco passou a ser a detecção do coronavírus por meio:
De acordo com um levantamento feito pelo Google, obtido com exclusividade pela BBC News Brasil, "ômicron" foi o termo que teve o maior crescimento no site de buscas e ficou entre os 40 mais pesquisados no país durante a última semana.
Descoberta na África do Sul, a nova variante já foi detectada em cerca de 40 países (incluindo o Brasil) e chama a atenção pela quantidade e pela variedade de mutações genéticas.
Por ora, ainda não se sabe ao certo o quanto a ômicron é mais transmissível ou se consegue escapar da imunidade obtida com as vacinas ou com infecção prévia. Os estudos que buscam entender esses aspectos estão em andamento e os primeiros resultados devem ser divulgados ainda em dezembro.

Fonte: https://www.bbc.com/portuguese/internacional-59513351

O que significa ômicron?

Considere o texto sobre o BRICS.


A ideia do BRICS foi formulada pelo economista-chefe da Goldman Sachs, Jim O'Neil, em estudo de 2001, intitulado “Building Better Global Economic BRICs”. Fixou-se como categoria da análise nos meios econômico-financeiros, empresariais, acadêmicos e de comunicação. Em 2006, o conceito deu origem a um agrupamento, propriamente dito, incorporado à política externa de Brasil, Rússia, Índia e China. 


Disponível em: https://www.ipea.gov.br/forumbrics/pt-BR/conheca-os-brics.html. Acesso em: 15 dez. 2021. Adaptado.


Em 2011, durante a III Cúpula, o BRIC adotou o acrônimo BRICS ao incorporar o seguinte país:

Considere o texto sobre a situação entre Rússia e Ucrânia.


Há dias, a Rússia começou a deslocar um número significativo de tropas e equipamentos militares para a fronteira com a Ucrânia, a ponto de vários governos, incluindo dos EUA e da União Europeia (UE), terem alertado sobre a possibilidade de um ataque neste inverno. Kiev e Moscou estão tecnicamente em guerra há mais de sete anos e confrontos de fronteira e movimentos militares russos são frequentes na área.


Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/internacional-59318721. Acesso em: 15 dez. 2021.


A relação entre os dois países se agravou há sete anos devido ao específico fator geopolítico:

Observe a imagem de Damasco, na Síria.

Imagem associada para resolução da questão

Disponível em: https://brasil.elpais.com/brasil/2019/05/10/album/1557505831_705389.html. Acesso em: 15 dez. 2021.


Na imagem de maio de 2019, registra-se a capital da Síria destruída em decorrência do seguinte fator: